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Negócios com equipamentos de irrigação crescem 460% na Expointer

Se os números gerais da 36ª Expointer, que apresentaram um acréscimo de 62% nas vendas, surpreenderem, o volume de negócios registrado com equipamentos de irrigação foi ainda melhor, contabilizando, ao final do evento, no último domingo, um crescimento de 460% em relação ao ano anterior.

Segundo levantamento efetuado pelo programa Mais Água, Mais Renda, da secretaria da Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, foram encaminhados 468 contratos, representando uma movimentação financeira de R$ 314 milhões contra os R$ 56milhões verificados no ano passado.

Na opinião do secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, os números confirmam o “despertar” do produtor gaúcho para a importância da irrigação. “Além de estabilizar a produção, os sistemas de irrigação proporcionam ganhos de produtividade”, explicou Mainardi.

O secretário credita o bom momento ao volume de crédito disponível, com custo reduzido, e ao Programa Mais Água, Mais Renda, que além de subsidiar de 12 a 30% os investimentos, também destrava os licenciamentos e outorgas ambientais.

 

Fonte: http://www.agricultura.rs.gov.br

 

Expointer sedia debate sobre os melhores sistemas de irrigação

O secretário Adjunto da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Claudio Fioreze, participou, na sexta (30), durante a 36ª Expointer, do Painel Campo e Debate, promovido pelo Campo e Lavoura e mediado pela jornalista Gisele Loeblein. Na oportunidade, os convidados falaram sobre as melhores maneiras de irrigar as lavouras do Estado.

Também participaram do debate o especialista em irrigação da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Inamasu, e o Presidente da Comissão de Irrigantes da Farsul, João Augusto Telles. “Hoje é totalmente viável investir  em irrigação, pois a relação custo beneficio está muito favorável”, destacou Fioreze. De acordo com o secretário, antigamente o sistema valia muito mais do que a própria terra. O sucesso do programa “Mais Agua, Mais Renda” iniciou oficialmente na Expointer 2012.

O programa subvenciona, por parte do Governo do Estado, duas parcelas do investimento para o produtor. Fioreze disse que a agilidade no processo de licenciamento ambiental, talvez seja o maior avanço dentro do programa.

Nos últimos 10 anos houve um comprometimento do potencial produtivo das lavouras gaúchas de 70%, fazendo com que a necessidade de irrigação suplementar às culturas varie de 80 a 300 mm. Dos 429,9 mil estabelecimentos agrícolas existentes no Estado, apenas 26,8 mil utilizam algum tipo de irrigação.

Os diferentes sistemas de irrigação foram abordados pelos presentes. O sistema mais utilizado no Estado é o de superfície (inundação), adotado em 16 mil estabelecimentos rurais gaúchos em lavouras de arroz, atingindo cerca de 1,2 milhão de hectares. Para Fioreze este é melhor momento de irrigar. “Tenho convicção de que vamos dobrar a área irrigada de 100 para 200 mil hectares”.

Em contrapartida, na concepção do secretário o maior gargalo existente é a falta de investimentos em equipamentos de irrigação, pois ainda é necessário aperfeiçoar os métodos. O Rio Grande do Sul possui apenas duas empresas fabricantes.

Apesar disso, o apoio do Governo, através de ações e as linhas de crédito existentes facilitam o investimento. “A irrigação no RS é o melhor seguro agrícola para o produtor rural”, finalizou Fioreze.

Fonte: http://www.expointer.rs.gov.br/

Madeiras de cafezais são transformadas em móveis no Sul de Minas

Há cerca de sete anos, o marceneiro aposentado Paulo Silva, 71 anos, de Cabo Verde, município do Sul de Minas, descobriu sua vocação de artista quando participou de um treinamento para artesãos.

A partir daí começou a produzir móveis rústicos confeccionados em madeira de café, que evoluiu para acabamentos finos e criativos no laminado.

A inovação tem chamado a atenção de apreciadores da arte que valorizam o artesanato e buscam as diversidades inimagináveis presentes no mercado, principalmente as que possuem uma familiaridade com o café.

Paulo Silva sempre trabalhou como marceneiro, mas com a dificuldade de adquirir madeiras, resolveu inovar, aproveitando o fato de a região ser cafeeira e ter sua maior renda nesta economia. Por meio da nova atividade, ele acaba participando da sustentabilidade do município. “Se falta madeira de lei, sobra madeira de café, porque Cabo Verde é puro café, e os produtores não sabem o que fazer com a madeira, mas eu sei. Gasto apenas com o carreto para buscá-las nos cafezais”, conta.

Antes de usar a madeira como matéria-prima, o artista procurou informações sobre sua resistência. “Eu pesquisei tudo sobre ela. O resultado superou as expectativas. Ela é forte, tem natureza amarga e não é propícia a proliferação de cupins. Estas eram as minhas preocupações”, afirma.

Descoberta da vocação
Ele diz que depois que começou a construir móveis de madeira de café, sua vida mudou totalmente, tanto nos aspectos sociais, como pessoais. Segundo conta, antes de trabalhar nessa área, estava em uma vida muito difícil, com problemas financeiros e até mesmo emocionais.

A vida artística fez bem para a saúde do artesão. Ele acabou descobrindo que a tendência para arte é genética. “A arte está na genética da minha família, só que ninguém levou a sério, só eu. Tenho um irmão que faz instrumentos musicais de madeira, como cavaquinho e violino, outro que esculpia e, ainda outro que fazia casinhas de bonecas e trabalhos similares”, explica.

O trabalho é feito a partir da madeira “in natura”. “Eu limpo, lixo, com dois ganchos, faço os pés da mesa e por cima uso madeira fina, faço um laminado de um centímetro e crio desenhos de minha imaginação. O custo de uma mesa de 80 centímetros e quatro bancos, laminada e com os pés naturais, sai a R$650. “O trabalho é uma mistura, os pés são rústicos e, normalmente, a parte de cima tem desenhos no laminado, em uma produção só de madeira de café”, relata.

Segundo Paulo Silva, comparando as peças que produzia no início da carreira artística com as atuais, é perceptível a melhoria na qualidade dos produtos. “Eu fui me aperfeiçoando com o tempo. Quando comecei, os produtos eram de madeira pura, rústicos, sem desenhos. Fui aprimorando. Hoje os consumidores preferem os produtos com uma pitada de arte”, destaca.

A maior fonte de renda do artesão vem dessa atividade. Os móveis são produzidos por encomenda, com uma procura maior do que a demanda. “São encomendados e vendidos em minha oficina ou na Casa do Artesão de Cabo Verde”, contou.

O artista está vivendo um momento de realização pessoal e profissional. “Estou muito feliz, trabalho sozinho, tenho maquinário próprio e o lugar é meu. Faço o que gosto. Descobri que gosto mais disso aqui do que de marcenaria. Minha maior recompensa é ver várias pessoas apreciando minha criação, destacando a arte na mobília. Hoje posso dizer que trabalho por prazer”, afirmou entusiasmado.
A matéria é da Agência Minas, adaptada pelo CaféPoint.

Fonte: http://www.cafepoint.com.br/

Vendas de máquinas e implementos agrícolas devem bater recorde na Expointer 2013

A Expointer 2013 acontecerá este ano entre os dias 24 de agosto e 01 de setembro, é a maior feira da agropecuária da América Latina, abrigando fornecedores do que há de melhor em máquinas como tratores, colheitadeiras,   e produtos em geral para o campo e lavoura.

Os números referentes à arrecadação que acontecem todos os anos nos pavilhões da Expointer, com a comercialização dos produtos que vão além de máquinas e implementos agrícolas, englobando também comércio de produtos em geral, artesanato, animais e uma infinidade de produtos que movimentam de maneira relevante a economia do estado e engrandecem o porte desta que já é uma feira internacional de grande sucesso.

Em cada nova edição do evento, e na Expointer 2013, não será diferente, são apresentados equipamentos e maquinário agrícola com tecnologia de ponta.  A 35ª edição da Expointer foi marcada pelo recorde de negócios em máquinas e implementos agrícolas.  O volume de vendas ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão, contabilizando o maior resultado da história da Expointer, a maior feira do agronegócio. O balanço foi divulgado pelo Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas (Simers), com base nos dados fornecidos pelo Banrisul, Badesul, BRDE, Banco do Brasil e Sicredi.

O resultado positivo da edição da Expointer no ano de 2012 chegou a ser surpreendente, por alguns fatores, como a seca que havia atingido a região na época. Outro resultado positivo foi com a venda de animais que também superou a marca da edição da Expointer de 2011.

 

Fonte: http://www.expointer2013.com.br/vendas-de-maquinas-e-complementos-agricolas-devem-bater-recorde-na-expointer-2013

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Fonte: http://www.jacuzzi.com.br

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