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Como funciona o Programa Mais Água, Mais Renda – RS

As estiagens no Rio Grande do Sul são a causa de grandes prejuízos aos agropecuaristas e consequentemente aos municípios do Estado. Nos últimos 10 anos houve um comprometimento do potencial produtivo das lavouras gaúchas de 70%, fazendo com que a necessidade de irrigação suplementar às culturas varie de 80 a 300 mm. Para incentivar estrutura de irrigação em propriedades rurais, o governo lançou o programa “Mais Água, Mais Renda” que incentiva o armazenamento da água da chuva.

O PROGRAMA

  • As estiagens no Rio Grande do Sul são a causa de grandes prejuízos aos agropecuaristas e consequentemente aos municípios do Estado.
  • Nos últimos 10 anos houve um comprometimento do potencial produtivo das lavouras gaúchas de 70%, fazendo com que a necessidade de irrigação suplementar às culturas varie de 80 a 300 mm.
  • Dos 429,9 mil estabelecimentos agrícolas existentes no Estado, apenas 26,8 mil utilizam algum tipo de irrigação, significando apenas 6,2%.
  • O sistema mais utilizado é o de superfície (inundação), adotado em 16 mil estabelecimentos rurais gaúchos em lavouras de arroz, atingindo cerca de 1,2 milhões de hectares.
  • Nas áreas de sequeiro no RS, onde se cultiva na primavera-verão cerca de 5,6 milhões de hectares de soja, milho, fumo, feijão e hortícolas, há um total de apenas:

70.000 ha irrigados com pivô central,
30.000 ha com aspersão convencional e
5.000 ha com irrigação localizada (gotejamento).

  • A irrigação é uma tecnologia de fundamental importância para evitar frustrações de safras e manter níveis de produtividade uniformes ao longo dos anos, evitando oscilações de produção;
  • A irrigação no RS atuará verdadeiramente como o melhor seguro agrícola para o produtor rural.

 

Média de Produção dos últimos 10 anos no Rio Grande do Sul

Produção

 

Áreas não Irrigadas (kg/ha) Áreas Irrigadas (kg/ha)
Milho 3.486 até 12.000
Soja 2.051 até 3.800
Feijão 1.009 até 2.600

Tabela 1. Média dos últimos 10 anos no Rio Grande do Sul

Fonte: CONAB/EMATER

 

OBJETIVOS

  • Incentivar e facilitar a expansão da irrigação, viabilizando esta prática entre os agropecuaristas do Estado;
  • Aumentar a produtividade e a renda dos agropecuaristas, estimulando, também, o crescimento da renda pública.


PÚBLICO-ALVO:

  • Todos os agropecuaristas do Estado do Rio Grande do Sul que se comprometerem a adotar ou ampliar sistemas de produção irrigados em áreas de sequeiro.

 

BENEFÍCIOS DO PROGRAMA:

  • Agilidade no Licenciamento Ambiental e Outorga Prévia do uso da água para açudes até 10 ha e áreas irrigadas até 100 ha;
  • Incentivo financeiro para a implantação e/ou ampliação do uso de sistemas de irrigação (açudes e equipamentos para aspersão, sulcos e gotejamento).
Público Beneficiário Linhas de Crédito Reembolso concedido pelo Governo do Estado
Agricultura Familiar

Pecuarista Familiar

PRONAF 100% da primeira e última parcela
Médio Produtor PRONAMP 75% da primeira e última parcela
Outros Produtores MODERINFRA

FINAME PSI

50% da primeira e última parcela

Conforme Manual de Crédito Rural do Banco Central

 

Fonte: http://www.agricultura.rs.gov.brhttp://www.radiosoledade.com

 

Negócios com equipamentos de irrigação crescem 460% na Expointer

Se os números gerais da 36ª Expointer, que apresentaram um acréscimo de 62% nas vendas, surpreenderem, o volume de negócios registrado com equipamentos de irrigação foi ainda melhor, contabilizando, ao final do evento, no último domingo, um crescimento de 460% em relação ao ano anterior.

Segundo levantamento efetuado pelo programa Mais Água, Mais Renda, da secretaria da Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, foram encaminhados 468 contratos, representando uma movimentação financeira de R$ 314 milhões contra os R$ 56milhões verificados no ano passado.

Na opinião do secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, os números confirmam o “despertar” do produtor gaúcho para a importância da irrigação. “Além de estabilizar a produção, os sistemas de irrigação proporcionam ganhos de produtividade”, explicou Mainardi.

O secretário credita o bom momento ao volume de crédito disponível, com custo reduzido, e ao Programa Mais Água, Mais Renda, que além de subsidiar de 12 a 30% os investimentos, também destrava os licenciamentos e outorgas ambientais.

 

Fonte: http://www.agricultura.rs.gov.br

 

Expointer sedia debate sobre os melhores sistemas de irrigação

O secretário Adjunto da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Claudio Fioreze, participou, na sexta (30), durante a 36ª Expointer, do Painel Campo e Debate, promovido pelo Campo e Lavoura e mediado pela jornalista Gisele Loeblein. Na oportunidade, os convidados falaram sobre as melhores maneiras de irrigar as lavouras do Estado.

Também participaram do debate o especialista em irrigação da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Inamasu, e o Presidente da Comissão de Irrigantes da Farsul, João Augusto Telles. “Hoje é totalmente viável investir  em irrigação, pois a relação custo beneficio está muito favorável”, destacou Fioreze. De acordo com o secretário, antigamente o sistema valia muito mais do que a própria terra. O sucesso do programa “Mais Agua, Mais Renda” iniciou oficialmente na Expointer 2012.

O programa subvenciona, por parte do Governo do Estado, duas parcelas do investimento para o produtor. Fioreze disse que a agilidade no processo de licenciamento ambiental, talvez seja o maior avanço dentro do programa.

Nos últimos 10 anos houve um comprometimento do potencial produtivo das lavouras gaúchas de 70%, fazendo com que a necessidade de irrigação suplementar às culturas varie de 80 a 300 mm. Dos 429,9 mil estabelecimentos agrícolas existentes no Estado, apenas 26,8 mil utilizam algum tipo de irrigação.

Os diferentes sistemas de irrigação foram abordados pelos presentes. O sistema mais utilizado no Estado é o de superfície (inundação), adotado em 16 mil estabelecimentos rurais gaúchos em lavouras de arroz, atingindo cerca de 1,2 milhão de hectares. Para Fioreze este é melhor momento de irrigar. “Tenho convicção de que vamos dobrar a área irrigada de 100 para 200 mil hectares”.

Em contrapartida, na concepção do secretário o maior gargalo existente é a falta de investimentos em equipamentos de irrigação, pois ainda é necessário aperfeiçoar os métodos. O Rio Grande do Sul possui apenas duas empresas fabricantes.

Apesar disso, o apoio do Governo, através de ações e as linhas de crédito existentes facilitam o investimento. “A irrigação no RS é o melhor seguro agrícola para o produtor rural”, finalizou Fioreze.

Fonte: http://www.expointer.rs.gov.br/

Vendas de máquinas e implementos agrícolas devem bater recorde na Expointer 2013

A Expointer 2013 acontecerá este ano entre os dias 24 de agosto e 01 de setembro, é a maior feira da agropecuária da América Latina, abrigando fornecedores do que há de melhor em máquinas como tratores, colheitadeiras,   e produtos em geral para o campo e lavoura.

Os números referentes à arrecadação que acontecem todos os anos nos pavilhões da Expointer, com a comercialização dos produtos que vão além de máquinas e implementos agrícolas, englobando também comércio de produtos em geral, artesanato, animais e uma infinidade de produtos que movimentam de maneira relevante a economia do estado e engrandecem o porte desta que já é uma feira internacional de grande sucesso.

Em cada nova edição do evento, e na Expointer 2013, não será diferente, são apresentados equipamentos e maquinário agrícola com tecnologia de ponta.  A 35ª edição da Expointer foi marcada pelo recorde de negócios em máquinas e implementos agrícolas.  O volume de vendas ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão, contabilizando o maior resultado da história da Expointer, a maior feira do agronegócio. O balanço foi divulgado pelo Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas (Simers), com base nos dados fornecidos pelo Banrisul, Badesul, BRDE, Banco do Brasil e Sicredi.

O resultado positivo da edição da Expointer no ano de 2012 chegou a ser surpreendente, por alguns fatores, como a seca que havia atingido a região na época. Outro resultado positivo foi com a venda de animais que também superou a marca da edição da Expointer de 2011.

 

Fonte: http://www.expointer2013.com.br/vendas-de-maquinas-e-complementos-agricolas-devem-bater-recorde-na-expointer-2013

Coluna de Banho Jacuzzi é na Interseal!

As colunas de banho Jacuzzi® representam um novo conceito em banho vertical, com os mesmos benefícios de uma hidromassagem. Isso permite aproveitar profundamente o poder terapêutico da água, com estilo, bom gosto e harmonia. Os jatos disparam uma mistura de água e ar na intensidade certa.

Imagine transformar seu banheiro em um pequeno SPA, sem precisar de reforma alguma. Essa é a proposta da Coluna de Banho Jacuzzi®, que concilia dimensões reduzidas à inovação estética de materiais, permitindo que você mesmo faça a instalação. Uma forma simples e fácil para criar um ambiente que ofereça bem-estar e harmonia todos os dias.

Fonte: http://www.jacuzzi.com.br

Selos mecânicos externos

A maior parte dos selos mecânicos trabalha do lado de dentro da bomba, internamente. Dessa maneira, o selo mecânico sofre uma pressão positiva, que empurra o conjunto rotativo em direção ao conjunto estacionário, contribuindo com a vedação primária e fazendo a vedação do fluido. No entanto, alguns equipamentos exigem que o selo mecânico trabalhe do lado de fora, externamente. Nesses casos, não é possível utilizar os mesmo modelos de selos mecânicos que trabalham internamente, já que a pressão se dá de forma negativa, afastando o conjunto rotativo do conjunto estacionário, permitindo o vazamento do fluido.

A Interseal, representando a Selobras no Rio Grande do Sul, tem as melhores opções de selos mecânicos para trabalhar internamente e externamente ao seu equipamento.

Consulte-nos!

 

Como identificar o selo mecânico ideal

Muitos clientes chegam à nós em busca de selos mecânicos mas com poucas informações sobre eles. Embora as informações sobre esse produto sejam poucas (ou pouco conhecidas), o universo dos selos mecânicos é enorme. Isso significa que não existe um padrão de selo mecânico que sirva para todas as situações. Temos modelos e medidas que são fabricadas em alta produção por serem mais usadas, mas isso não quer dizer que esse modelos mais populares são os mais indicados para a sua condição de trabalho. Quanto mais informação houver, mais fácil de encontrarmos a solução certeira para o equipamento.

Alguns dados são essenciais para a identificação de um selo mecânico: diâmetro do eixo, modelo do selo e materiais dos componentes. Além dessas informações, principalmente quando os materiais dos componentes são desconhecidos, pode ser preciso saber qual o fluido bombeado, a temperatura e a pressão de trabalho. Quando se desconhece o modelo do selo, precisaremos de mais dados ainda, como dimensionais de alojamento e da caixa de selagem, tipo de equipamento, etc.

Ao contrário do que muitos pensam, ter um código ou a marca de uma bomba não é certeza de que teremos a informação do selo mecânico a ser utilizado no equipamento. Isso porque nem todos os códigos mostram informações públicas, como modelo de selo e materiais, alguns códigos se referem ao número de ordem de produção ou algum código interno da empresa que fabricou aquele selo mecânicos específico. Do mesmo modo, saber apenas o modelo da bomba pode ser insuficiente, já que o acesso ao modelo de selo utilizado por cada fabricante é restrito, pois os fabricantes podem mudar o modelo de selo mecânico que sai de fábrica e porque o equipamento pode ter sofrido alterações ao longo do tempo que tiraram as características originais pretensamente conhecidas.

Por isso, sempre que precisar de um selo mecânico, lembre-se de ter consigo as informações essenciais e, se isso não for possível, de apresentar as informações adicionais para que possamos identificar e oferecer o selo mecânico que vai corresponder à necessidade.

 

Posso substituir um capacitor de 50uf por um de 45uf?

A pergunta é simples e a resposta também: Pode sim! Veja o porquê.

A capacitância é o valor pelo qual o capacitor é denominado e para o qual foi fabricado. O valor real da capacitância pode apresentar uma tolerância (uma diferença), em relação ao valor nominal.

A Tolerância é uma faixa de variação admissível para a capacitância que o capacitor realmente apresenta. O valor da Tolerância pode ser expresso em valor percentual da capacitância nominal ou através de um intervalo de variação admissível da capacitância nominal.

Exemplo:

Um Capacitor de 50uF (nominal) com tolerância 10% ou ±  05uF indica que a sua capacitância real pode estar entre 45uF e  55uF. Se medirmos a sua capacitância e o valor estiver nesta faixa, o capacitor estará dentro dos parâmetros. Caso contrário, estará fora de especificação.