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Como cuidar da sua piscina no inverno

 

O frio chegou! Você sabia que os cuidados com sua piscina devem ser mantidos?

Com a manutenção da piscina em dia no inverno, você poderá aproveitá-la sem imprevistos quando o calor chegar.

Veja as dicas abaixo para manter sua piscina em dia:

* Filtrar a água diariamente e manter um tratamento acompanhando o PH da água com uma analise para manter na faixa na faixa de 7.2 a 7.6;

Adicione cloro granulado para purificação da água (germicida/bactericida), na proporção de 4gr/m³ uma vez por semana, aumentando a dosagem e aplicação conforme o movimento. (Verificando cloro livre com estojo de testes);

*Adicionar semanalmente 3ml/m³ de algicida de manutenção, para evitar o desenvolvimento de algas trazidas pela chuva e pelo vento. Para piscinas de fibra ou vinil, utilize algicidas fibra/vinil;

*Utilize clarificante e floculador, quando necessário;

*Limpe as bordas da piscina com limpa bordas, quando necessário;

*Aspire o fundo da piscina a cada 15 dias;

E lembre-se:

Piscinas vazias e abandonadas geram uma série de problemas como:
. Rachaduras e trincas;
. Riscos de acidentes;
. Desnivelamento da piscina;
. Deslocamento de azulejos

Piscina Suja:

Piscina Limpa:

 

Fonte: http://www.santamariatem.com.br/blog/2009/07/cuidados-com-sua-piscina-no-inverno.html

Imagens: Google

Aumente a vida útil da sua bomba d’água

Exigentes, delicadas e imprescindíveis, as bombas d’água ainda causam muitos transtornos nos prédios. Um dos principais motivos é a falta de manutenção e de cuidados permanentes, diminuindo a vida útil do equipamento.

A manutenção da bomba deve ser feita a cada seis meses. É preciso lubrificar, verificar os rolamentos e fiação e fazer uma limpeza. O cuidado prolonga o tempo de uso da bomba, cuja média é de 10 a 15 anos.

A durabilidade de uma bomba também depende do uso correto e de uma boa instalação. Recomenda-se a instalação de um quadro de comando bem dimensionado, além do disjuntor. Esses procedimentos evitam que a bomba seja atingida por alguma mudança na tensão da rede.

Evite imprevistos, inspecionando e substituindo os componentes conforme quilometragem de revisão recomendada pelo fabricante, verificando possíveis obstruções nas mangueiras do sistema de refrigeração.

Fonte: http://www.conab.com.br/site/menu.asp?page=noticiasDetalhe&cod=29&tipo=M

A História dos rolamentos

Não sabemos ao certo quem inventou ou quando surgiram os primeiros rolamentos. Entretanto podemos dizer que estes foram evoluindo conforme a evolução das próprias civilizações, e apesar de não termos uma data exata, a invenção é considerada extremamente antiga, sendo que alguns estudiosos situam este surgimento por volta dos anos 4000 a.C, na Escandinávia. Em contrapartida, outros historiadores datam o fato de 3500 a.C, sendo utilizado pelos sumérios.

 

Apesar de não sabermos a origem exata, indícios como pictografias e outras ilustrações nos revelam que diversos povos fizeram o uso das técnicas de rolagem. Os egípcios deixaram relatos do uso para várias construções. Há inclusive uma ilustração, conhecida como “engenho de lubrificação”, datada de 1800 a.C que mostra um egípcio na ponta da pedra entornando um lubrificante no chão.

O uso também foi registrado pelas civilizações clássicas (Greca e Romana). Muitos escritos da época fazem alusão sobre “esferas” e “rolimãs” que facilitavam e otimizavam o trabalho. Além destes, podemos verificar o uso dos rolamentos nos tempos seguintes e no decorrer da história humana.

Com o desenvolvimento tecnológico, os tipos e técnicas de rolamentos foram aprimorados, e hoje podemos encontra-los em diferentes formatos e tamanhos, sendo recomendados para funções específicas, garantindo assim, melhor desempenho das máquinas.

Fonte: http://www.ucr.com.br/blog/index.php/rolamentos-historia/

 

Selos mecânicos externos

A maior parte dos selos mecânicos trabalha do lado de dentro da bomba, internamente. Dessa maneira, o selo mecânico sofre uma pressão positiva, que empurra o conjunto rotativo em direção ao conjunto estacionário, contribuindo com a vedação primária e fazendo a vedação do fluido. No entanto, alguns equipamentos exigem que o selo mecânico trabalhe do lado de fora, externamente. Nesses casos, não é possível utilizar os mesmo modelos de selos mecânicos que trabalham internamente, já que a pressão se dá de forma negativa, afastando o conjunto rotativo do conjunto estacionário, permitindo o vazamento do fluido.

A Interseal, representando a Selobras no Rio Grande do Sul, tem as melhores opções de selos mecânicos para trabalhar internamente e externamente ao seu equipamento.

Consulte-nos!

 

Como identificar o selo mecânico ideal

Muitos clientes chegam à nós em busca de selos mecânicos mas com poucas informações sobre eles. Embora as informações sobre esse produto sejam poucas (ou pouco conhecidas), o universo dos selos mecânicos é enorme. Isso significa que não existe um padrão de selo mecânico que sirva para todas as situações. Temos modelos e medidas que são fabricadas em alta produção por serem mais usadas, mas isso não quer dizer que esse modelos mais populares são os mais indicados para a sua condição de trabalho. Quanto mais informação houver, mais fácil de encontrarmos a solução certeira para o equipamento.

Alguns dados são essenciais para a identificação de um selo mecânico: diâmetro do eixo, modelo do selo e materiais dos componentes. Além dessas informações, principalmente quando os materiais dos componentes são desconhecidos, pode ser preciso saber qual o fluido bombeado, a temperatura e a pressão de trabalho. Quando se desconhece o modelo do selo, precisaremos de mais dados ainda, como dimensionais de alojamento e da caixa de selagem, tipo de equipamento, etc.

Ao contrário do que muitos pensam, ter um código ou a marca de uma bomba não é certeza de que teremos a informação do selo mecânico a ser utilizado no equipamento. Isso porque nem todos os códigos mostram informações públicas, como modelo de selo e materiais, alguns códigos se referem ao número de ordem de produção ou algum código interno da empresa que fabricou aquele selo mecânicos específico. Do mesmo modo, saber apenas o modelo da bomba pode ser insuficiente, já que o acesso ao modelo de selo utilizado por cada fabricante é restrito, pois os fabricantes podem mudar o modelo de selo mecânico que sai de fábrica e porque o equipamento pode ter sofrido alterações ao longo do tempo que tiraram as características originais pretensamente conhecidas.

Por isso, sempre que precisar de um selo mecânico, lembre-se de ter consigo as informações essenciais e, se isso não for possível, de apresentar as informações adicionais para que possamos identificar e oferecer o selo mecânico que vai corresponder à necessidade.

 

Posso substituir um capacitor de 50uf por um de 45uf?

A pergunta é simples e a resposta também: Pode sim! Veja o porquê.

A capacitância é o valor pelo qual o capacitor é denominado e para o qual foi fabricado. O valor real da capacitância pode apresentar uma tolerância (uma diferença), em relação ao valor nominal.

A Tolerância é uma faixa de variação admissível para a capacitância que o capacitor realmente apresenta. O valor da Tolerância pode ser expresso em valor percentual da capacitância nominal ou através de um intervalo de variação admissível da capacitância nominal.

Exemplo:

Um Capacitor de 50uF (nominal) com tolerância 10% ou ±  05uF indica que a sua capacitância real pode estar entre 45uF e  55uF. Se medirmos a sua capacitância e o valor estiver nesta faixa, o capacitor estará dentro dos parâmetros. Caso contrário, estará fora de especificação.

 

Tratamento de Efluentes de Curtumes

O couro é um material que tem grande importância na vida do homem há muitos anos. Ele é utilizado na fabricação de sapatos, roupas, acessórios, acabamentos de carros, na decoração de ambientes.

Para isso, o couro passa por um tratamento onde é curtido e este processo já era feito antes mesmo da era cristã. Com o passar do tempo grande parte deste processo modernizou-se e passou a ter grande influência na vida do homem. As indústrias passaram a despejar seus rejeitos nos rios sem um tratamento adequado, contribuindo para contaminação da água.

Tendo as indústrias de curtume, o título de uma das mais poluidoras, há o surgimento de uma preocupação ambiental sobre o destino dos resíduos e efluentes provenientes do tratamento do couro. Os poluentes característicos de um curtume são classificados de acordo com a natureza e seus efeitos nas águas receptoras. Por isso, são adotados parâmetros pela Legislação Ambiental para a caracterização dos despejos tais como: pH, cor, turbidez, etc.

Devido a presença de diversos poluentes, o tratamento do efluente é dividido em três etapas:

Tratamento primário, que tem como objetivo aumentar a eficiência nos tratamentos posteriores.

Tratamento secundário, que tem como função a oxidação biológica da matéria orgânica e inorgânica.

Tratamento terciário, que remove os poluentes incapazes de serem removidos nos tratamentos anteriores.

Fonte: http://www.ppg.uem.br/Docs/pes/eaic/XI_EAIC/trabalhos/arquivos/11-0195-0.pdf

http://www.jornallivre.com.br/77537/utilizacao-do-couro.html

Imagens: Google