BNDES cria programa para armazenagem de grãos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou um programa de R$ 1 bilhão para financiar a construção e ampliação de silos e estruturas de armazenagem para produtores de grãos. O objetivo é mitigar o déficit de armazéns existente no país, em um ano em que a safra deverá ser recorde. O programa terá condições semelhantes à do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que financia a compra de bens de capital (peças e equipamentos usados na produção).

De acordo com Juliana Santos da Cruz, chefe do departamento de relações com agentes financeiros do BNDES, a instituição realizou uma total reformulação do programa BNDES Cerealistas. Criado em 2008, o programa tinha dotação orçamentária de R$ 500 milhões e taxas variáveis superando os 5%.

O novo programa terá mais R$ 1 bilhão de orçamento com taxa fixa de 3,5% ao ano, incluindo intermediação financeira. O prazo que era de 144 meses passou para 180. Os recursos serão remanejados do PSI e não estão incluídos no Plano Safra. “Com a edição do PSI e agora esse boom da safra, houve a necessidade de melhorar as taxas também para esse programa”, disse Juliana ao Valor.

De acordo com Juliana, produtores de grãos de todos os portes registram déficit de armazenagem, o que fará com que a demanda seja distribuída tanto entre pequenas e médias empresas – com faturamento anual de até R$ 90 milhões, na classificação do banco – como de grandes empresas, com faturamento superior a esse valor.

O prazo entre a contratação e a liberação do empréstimo é de 30 dias. O programa é destinado a produtores de grãos de todo o país, mas, segundo o BNDES, a região Centro-Oeste costuma demandar mais recursos.

A capacidade de estocagem no país não tem crescido no mesmo ritmo que a atividade produtiva no campo. Ao se comparar dados de produção de grãos e capacidade de estoque, é possível notar um déficit de quase 30 milhões de toneladas.

A safra de grãos tem apresentado recordes sucessivos desde 2010, lembrou o gerente de Pesquisas Agrícolas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Mauro Andreazzi. A previsão para este ano é de novo recorde, de 185,7 milhões de toneladas, 14,7% acima de 2012, segundo o mais recente Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LPSA) de junho.

Ao mesmo tempo, pesquisa de estoques também apurada pelo instituto mostrou capacidade de estocagem de 158,6 milhões de toneladas em 9.223 estabelecimentos ativos no país ao fim do ano passado. “Ter maior capacidade de estocagem é estratégico para o produtor, que pode armazenar o produto quando o preço de venda não é favorável”, afirmou Andreazzi.

 

Fonte: http://www.abiplast.org.br/

Como funciona o Programa Mais Água, Mais Renda – RS

As estiagens no Rio Grande do Sul são a causa de grandes prejuízos aos agropecuaristas e consequentemente aos municípios do Estado. Nos últimos 10 anos houve um comprometimento do potencial produtivo das lavouras gaúchas de 70%, fazendo com que a necessidade de irrigação suplementar às culturas varie de 80 a 300 mm. Para incentivar estrutura de irrigação em propriedades rurais, o governo lançou o programa “Mais Água, Mais Renda” que incentiva o armazenamento da água da chuva.

O PROGRAMA

  • As estiagens no Rio Grande do Sul são a causa de grandes prejuízos aos agropecuaristas e consequentemente aos municípios do Estado.
  • Nos últimos 10 anos houve um comprometimento do potencial produtivo das lavouras gaúchas de 70%, fazendo com que a necessidade de irrigação suplementar às culturas varie de 80 a 300 mm.
  • Dos 429,9 mil estabelecimentos agrícolas existentes no Estado, apenas 26,8 mil utilizam algum tipo de irrigação, significando apenas 6,2%.
  • O sistema mais utilizado é o de superfície (inundação), adotado em 16 mil estabelecimentos rurais gaúchos em lavouras de arroz, atingindo cerca de 1,2 milhões de hectares.
  • Nas áreas de sequeiro no RS, onde se cultiva na primavera-verão cerca de 5,6 milhões de hectares de soja, milho, fumo, feijão e hortícolas, há um total de apenas:

70.000 ha irrigados com pivô central,
30.000 ha com aspersão convencional e
5.000 ha com irrigação localizada (gotejamento).

  • A irrigação é uma tecnologia de fundamental importância para evitar frustrações de safras e manter níveis de produtividade uniformes ao longo dos anos, evitando oscilações de produção;
  • A irrigação no RS atuará verdadeiramente como o melhor seguro agrícola para o produtor rural.

 

Média de Produção dos últimos 10 anos no Rio Grande do Sul

Produção

 

Áreas não Irrigadas (kg/ha) Áreas Irrigadas (kg/ha)
Milho 3.486 até 12.000
Soja 2.051 até 3.800
Feijão 1.009 até 2.600

Tabela 1. Média dos últimos 10 anos no Rio Grande do Sul

Fonte: CONAB/EMATER

 

OBJETIVOS

  • Incentivar e facilitar a expansão da irrigação, viabilizando esta prática entre os agropecuaristas do Estado;
  • Aumentar a produtividade e a renda dos agropecuaristas, estimulando, também, o crescimento da renda pública.


PÚBLICO-ALVO:

  • Todos os agropecuaristas do Estado do Rio Grande do Sul que se comprometerem a adotar ou ampliar sistemas de produção irrigados em áreas de sequeiro.

 

BENEFÍCIOS DO PROGRAMA:

  • Agilidade no Licenciamento Ambiental e Outorga Prévia do uso da água para açudes até 10 ha e áreas irrigadas até 100 ha;
  • Incentivo financeiro para a implantação e/ou ampliação do uso de sistemas de irrigação (açudes e equipamentos para aspersão, sulcos e gotejamento).
Público Beneficiário Linhas de Crédito Reembolso concedido pelo Governo do Estado
Agricultura Familiar

Pecuarista Familiar

PRONAF 100% da primeira e última parcela
Médio Produtor PRONAMP 75% da primeira e última parcela
Outros Produtores MODERINFRA

FINAME PSI

50% da primeira e última parcela

Conforme Manual de Crédito Rural do Banco Central

 

Fonte: http://www.agricultura.rs.gov.brhttp://www.radiosoledade.com

 

Negócios com equipamentos de irrigação crescem 460% na Expointer

Se os números gerais da 36ª Expointer, que apresentaram um acréscimo de 62% nas vendas, surpreenderem, o volume de negócios registrado com equipamentos de irrigação foi ainda melhor, contabilizando, ao final do evento, no último domingo, um crescimento de 460% em relação ao ano anterior.

Segundo levantamento efetuado pelo programa Mais Água, Mais Renda, da secretaria da Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, foram encaminhados 468 contratos, representando uma movimentação financeira de R$ 314 milhões contra os R$ 56milhões verificados no ano passado.

Na opinião do secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, os números confirmam o “despertar” do produtor gaúcho para a importância da irrigação. “Além de estabilizar a produção, os sistemas de irrigação proporcionam ganhos de produtividade”, explicou Mainardi.

O secretário credita o bom momento ao volume de crédito disponível, com custo reduzido, e ao Programa Mais Água, Mais Renda, que além de subsidiar de 12 a 30% os investimentos, também destrava os licenciamentos e outorgas ambientais.

 

Fonte: http://www.agricultura.rs.gov.br

 

Expointer sedia debate sobre os melhores sistemas de irrigação

O secretário Adjunto da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Claudio Fioreze, participou, na sexta (30), durante a 36ª Expointer, do Painel Campo e Debate, promovido pelo Campo e Lavoura e mediado pela jornalista Gisele Loeblein. Na oportunidade, os convidados falaram sobre as melhores maneiras de irrigar as lavouras do Estado.

Também participaram do debate o especialista em irrigação da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Inamasu, e o Presidente da Comissão de Irrigantes da Farsul, João Augusto Telles. “Hoje é totalmente viável investir  em irrigação, pois a relação custo beneficio está muito favorável”, destacou Fioreze. De acordo com o secretário, antigamente o sistema valia muito mais do que a própria terra. O sucesso do programa “Mais Agua, Mais Renda” iniciou oficialmente na Expointer 2012.

O programa subvenciona, por parte do Governo do Estado, duas parcelas do investimento para o produtor. Fioreze disse que a agilidade no processo de licenciamento ambiental, talvez seja o maior avanço dentro do programa.

Nos últimos 10 anos houve um comprometimento do potencial produtivo das lavouras gaúchas de 70%, fazendo com que a necessidade de irrigação suplementar às culturas varie de 80 a 300 mm. Dos 429,9 mil estabelecimentos agrícolas existentes no Estado, apenas 26,8 mil utilizam algum tipo de irrigação.

Os diferentes sistemas de irrigação foram abordados pelos presentes. O sistema mais utilizado no Estado é o de superfície (inundação), adotado em 16 mil estabelecimentos rurais gaúchos em lavouras de arroz, atingindo cerca de 1,2 milhão de hectares. Para Fioreze este é melhor momento de irrigar. “Tenho convicção de que vamos dobrar a área irrigada de 100 para 200 mil hectares”.

Em contrapartida, na concepção do secretário o maior gargalo existente é a falta de investimentos em equipamentos de irrigação, pois ainda é necessário aperfeiçoar os métodos. O Rio Grande do Sul possui apenas duas empresas fabricantes.

Apesar disso, o apoio do Governo, através de ações e as linhas de crédito existentes facilitam o investimento. “A irrigação no RS é o melhor seguro agrícola para o produtor rural”, finalizou Fioreze.

Fonte: http://www.expointer.rs.gov.br/

Madeiras de cafezais são transformadas em móveis no Sul de Minas

Há cerca de sete anos, o marceneiro aposentado Paulo Silva, 71 anos, de Cabo Verde, município do Sul de Minas, descobriu sua vocação de artista quando participou de um treinamento para artesãos.

A partir daí começou a produzir móveis rústicos confeccionados em madeira de café, que evoluiu para acabamentos finos e criativos no laminado.

A inovação tem chamado a atenção de apreciadores da arte que valorizam o artesanato e buscam as diversidades inimagináveis presentes no mercado, principalmente as que possuem uma familiaridade com o café.

Paulo Silva sempre trabalhou como marceneiro, mas com a dificuldade de adquirir madeiras, resolveu inovar, aproveitando o fato de a região ser cafeeira e ter sua maior renda nesta economia. Por meio da nova atividade, ele acaba participando da sustentabilidade do município. “Se falta madeira de lei, sobra madeira de café, porque Cabo Verde é puro café, e os produtores não sabem o que fazer com a madeira, mas eu sei. Gasto apenas com o carreto para buscá-las nos cafezais”, conta.

Antes de usar a madeira como matéria-prima, o artista procurou informações sobre sua resistência. “Eu pesquisei tudo sobre ela. O resultado superou as expectativas. Ela é forte, tem natureza amarga e não é propícia a proliferação de cupins. Estas eram as minhas preocupações”, afirma.

Descoberta da vocação
Ele diz que depois que começou a construir móveis de madeira de café, sua vida mudou totalmente, tanto nos aspectos sociais, como pessoais. Segundo conta, antes de trabalhar nessa área, estava em uma vida muito difícil, com problemas financeiros e até mesmo emocionais.

A vida artística fez bem para a saúde do artesão. Ele acabou descobrindo que a tendência para arte é genética. “A arte está na genética da minha família, só que ninguém levou a sério, só eu. Tenho um irmão que faz instrumentos musicais de madeira, como cavaquinho e violino, outro que esculpia e, ainda outro que fazia casinhas de bonecas e trabalhos similares”, explica.

O trabalho é feito a partir da madeira “in natura”. “Eu limpo, lixo, com dois ganchos, faço os pés da mesa e por cima uso madeira fina, faço um laminado de um centímetro e crio desenhos de minha imaginação. O custo de uma mesa de 80 centímetros e quatro bancos, laminada e com os pés naturais, sai a R$650. “O trabalho é uma mistura, os pés são rústicos e, normalmente, a parte de cima tem desenhos no laminado, em uma produção só de madeira de café”, relata.

Segundo Paulo Silva, comparando as peças que produzia no início da carreira artística com as atuais, é perceptível a melhoria na qualidade dos produtos. “Eu fui me aperfeiçoando com o tempo. Quando comecei, os produtos eram de madeira pura, rústicos, sem desenhos. Fui aprimorando. Hoje os consumidores preferem os produtos com uma pitada de arte”, destaca.

A maior fonte de renda do artesão vem dessa atividade. Os móveis são produzidos por encomenda, com uma procura maior do que a demanda. “São encomendados e vendidos em minha oficina ou na Casa do Artesão de Cabo Verde”, contou.

O artista está vivendo um momento de realização pessoal e profissional. “Estou muito feliz, trabalho sozinho, tenho maquinário próprio e o lugar é meu. Faço o que gosto. Descobri que gosto mais disso aqui do que de marcenaria. Minha maior recompensa é ver várias pessoas apreciando minha criação, destacando a arte na mobília. Hoje posso dizer que trabalho por prazer”, afirmou entusiasmado.
A matéria é da Agência Minas, adaptada pelo CaféPoint.

Fonte: http://www.cafepoint.com.br/

Vendas de máquinas e implementos agrícolas devem bater recorde na Expointer 2013

A Expointer 2013 acontecerá este ano entre os dias 24 de agosto e 01 de setembro, é a maior feira da agropecuária da América Latina, abrigando fornecedores do que há de melhor em máquinas como tratores, colheitadeiras,   e produtos em geral para o campo e lavoura.

Os números referentes à arrecadação que acontecem todos os anos nos pavilhões da Expointer, com a comercialização dos produtos que vão além de máquinas e implementos agrícolas, englobando também comércio de produtos em geral, artesanato, animais e uma infinidade de produtos que movimentam de maneira relevante a economia do estado e engrandecem o porte desta que já é uma feira internacional de grande sucesso.

Em cada nova edição do evento, e na Expointer 2013, não será diferente, são apresentados equipamentos e maquinário agrícola com tecnologia de ponta.  A 35ª edição da Expointer foi marcada pelo recorde de negócios em máquinas e implementos agrícolas.  O volume de vendas ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão, contabilizando o maior resultado da história da Expointer, a maior feira do agronegócio. O balanço foi divulgado pelo Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas (Simers), com base nos dados fornecidos pelo Banrisul, Badesul, BRDE, Banco do Brasil e Sicredi.

O resultado positivo da edição da Expointer no ano de 2012 chegou a ser surpreendente, por alguns fatores, como a seca que havia atingido a região na época. Outro resultado positivo foi com a venda de animais que também superou a marca da edição da Expointer de 2011.

 

Fonte: http://www.expointer2013.com.br/vendas-de-maquinas-e-complementos-agricolas-devem-bater-recorde-na-expointer-2013

Como cuidar da sua piscina no inverno

 

O frio chegou! Você sabia que os cuidados com sua piscina devem ser mantidos?

Com a manutenção da piscina em dia no inverno, você poderá aproveitá-la sem imprevistos quando o calor chegar.

Veja as dicas abaixo para manter sua piscina em dia:

* Filtrar a água diariamente e manter um tratamento acompanhando o PH da água com uma analise para manter na faixa na faixa de 7.2 a 7.6;

Adicione cloro granulado para purificação da água (germicida/bactericida), na proporção de 4gr/m³ uma vez por semana, aumentando a dosagem e aplicação conforme o movimento. (Verificando cloro livre com estojo de testes);

*Adicionar semanalmente 3ml/m³ de algicida de manutenção, para evitar o desenvolvimento de algas trazidas pela chuva e pelo vento. Para piscinas de fibra ou vinil, utilize algicidas fibra/vinil;

*Utilize clarificante e floculador, quando necessário;

*Limpe as bordas da piscina com limpa bordas, quando necessário;

*Aspire o fundo da piscina a cada 15 dias;

E lembre-se:

Piscinas vazias e abandonadas geram uma série de problemas como:
. Rachaduras e trincas;
. Riscos de acidentes;
. Desnivelamento da piscina;
. Deslocamento de azulejos

Piscina Suja:

Piscina Limpa:

 

Fonte: http://www.santamariatem.com.br/blog/2009/07/cuidados-com-sua-piscina-no-inverno.html

Imagens: Google

Aumente a vida útil da sua bomba d’água

Exigentes, delicadas e imprescindíveis, as bombas d’água ainda causam muitos transtornos nos prédios. Um dos principais motivos é a falta de manutenção e de cuidados permanentes, diminuindo a vida útil do equipamento.

A manutenção da bomba deve ser feita a cada seis meses. É preciso lubrificar, verificar os rolamentos e fiação e fazer uma limpeza. O cuidado prolonga o tempo de uso da bomba, cuja média é de 10 a 15 anos.

A durabilidade de uma bomba também depende do uso correto e de uma boa instalação. Recomenda-se a instalação de um quadro de comando bem dimensionado, além do disjuntor. Esses procedimentos evitam que a bomba seja atingida por alguma mudança na tensão da rede.

Evite imprevistos, inspecionando e substituindo os componentes conforme quilometragem de revisão recomendada pelo fabricante, verificando possíveis obstruções nas mangueiras do sistema de refrigeração.

Fonte: http://www.conab.com.br/site/menu.asp?page=noticiasDetalhe&cod=29&tipo=M

Coluna de Banho Jacuzzi é na Interseal!

As colunas de banho Jacuzzi® representam um novo conceito em banho vertical, com os mesmos benefícios de uma hidromassagem. Isso permite aproveitar profundamente o poder terapêutico da água, com estilo, bom gosto e harmonia. Os jatos disparam uma mistura de água e ar na intensidade certa.

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Fonte: http://www.jacuzzi.com.br