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Manutenção: cuidados com a bomba d’água

- Cheque sempre se a boia dentro da bomba não está presa. Se ela não estiver flutuando livremente, a bomba não vai detectar se a água subir.
- Veja sempre se as telas e aberturas estão desimpedidas. Um entupimento pode impedir a bomba de funcionar. Limpe a bomba de vez em quando para evitar isso.
- Se a sua bomba submersa tem tubulação fixa, faça um buraco de aproximadamente 3mm na tubulação dentro do poço. Isso vai impedir o ar comprimido de se tornar um problema para sua bomba.

Fonte: http://www.magazineluiza.com.br/PortaldaLu/verConteudo.asp?id=7518

Dica: Aumente a vida útil de seu motor elétrico

Respeite a distância mínima entre a tampa defletora do motor e qualquer parede próxima para assim permitir o livre acesso do ar ao ventilador;
Mantenha o ambiente limpo e verifique periodicamente se há algum bloqueio do ar que possa reduzir o desempenho do sistema de ventilação.
E Lembre-se: pontos de concentração de calor geram um envelhecimento precoce dos materiais isolantes que podem levar o motor a uma falha prematura.

Fonte: http://ecatalog.weg.net/files/wegnet/WEG-w22-motor-trifasico-22-ways-mercado-brasil-50024510-catalogo-portugues-br.pdf

MANUTENÇÃO E LIMPEZA DE MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE ALTERNADA

A manutenção dos motores elétricos, adequadamente aplicados, resume-se numa inspeção periódica quanto a níveis de isolamento, elevação de temperatura, desgastes excessivos, correta lubrificação dos rolamentos e eventuais exames no ventilador, para verificar o correto fluxo de ar. A freqüência com que devem ser feitas as inspeções, depende do tipo de motor e das condições do local de aplicação do motor.
Os motores devem ser mantidos limpos, isentos de poeira, detritos e óleos.
Para limpá-los, deve-se utilizar escovas ou panos limpos de algodão. Se a poeira não for abrasiva, deve-se utilizar o jateamento de ar comprimido, soprando a poeira da tampa defletora e eliminando toda acumulação de pó contida nas pás do ventilador e nas aletas de refrigeração.
Em motores com proteção IP55, recomenda-se uma limpeza na caixa de ligação. Esta deve apresentar os bornes limpos, sem oxidação, em perfeitas condições mecânicas e sem depósitos de pó nos espaços vazios. Em ambiente agressivo, recomenda-se utilizar motores com grau de proteção IPW55, que é o motor que necessita proteção contra o acúmulo de poeiras prejudiciais ao gerador e jatos de água em todas as direções, conforme as normas IEC e ABNT-NBR 6146.

Fonte:http://www.ebah.com.br/content/ABAAABoSoAH/manutencao-motores-eletricos

Livre-se dos incovenientes das bombas submersíveis

Nas Elevatórias de Esgotos ou de Efluentes, era comum a utilização de Bombas Verticais em poço úmido ou Bombas Horizontais, instaladas “afogadas” em um poço seco.

Estas alternativas apresentavam aspectos inconvenientes: elevados custos de manutenção e dificuldades para retirada da bomba vertical, devido ao seu eixo prolongado com mancais intermediários e no caso das bombas horizontais, os altos custos de obras civis para construção do poço seco, além dos riscos de inundação.

 

Depois tornou-se frequente a especificação das chamadas Bombas Submersíveis, que apresentavam vantagens comparando-se com os equipamentos mais antigos. O projeto de uma Estação Elevatória com bombas submersíveis tem entre suas principais características:

1. A bomba é instalada em poço úmido, ficando o conjunto moto-bomba submerso no líquido bombeado.
2. O poço de sucção, devido aos requisitos hidráulicos das bombas, é de grandes dimensões
3. A bomba pode ser instalada com um sistema de acoplamento automático a tubulação de recalque por meio de um tubo guia e pedestal ou através de mangotes flexíveis. Em ambos os casos, para o içamento das bombas, utiliza-se guincho e correntes.

 

Os usuários destas bombas submersíveis, entretanto, passaram a encontrar as seguintes dificuldades:

- Para executar-se a manutenção do equipamento, é necessário retirar a bomba do poço. Ocorrem, então, dois problemas: na retirada a bomba traz o esgoto aderido à carcaça (oferecendo riscos de saúde para o operador e para o mecânico); o esgoto do poço contamina a junta que faz a vedação entre a bomba e a tubulação de recalque e na recolocação raramente a bomba fica perfeitamente encaixada.

- O travamento do conjunto girante devido à aspiração de sólidos longos, finos e resistentes (arames, fios elétricos, tiras de couro, etc) que passem pelo crivo da sucção provocam grandes danos devido ao fato do conjunto ser monobloco (um eixo único para a bomba e motor). O travamento gera, na maioria das vezes, quebra da carcaça e dos selos mecânicos com inundação e queima do motor elétrico. Este reparo normalmente alcança entre 60% a 70% do custo de uma bomba nova.

- A freqüência de manutenção é alta.

- O custo de manutenção também é alto devido requerer mão-de-obra especializada.

Atualmente, tanto nos projetos de novas Estações Elevatórias, como na modernização de Estações antigas, as Bombas do tipo Re-autoescorvantes tem sido mais utilizadas que as de concepção de projeto mais antigo (verticais e submersíveis), em uma proporção crescente, na medida que os profissionais envolvidos tenham conhecimento das vantagens desta nova tecnologia. Os benefícios das Bombas Re-autoescorvantes estão presentes na fase de elaboração de projeto e na construção da Elevatória, isto é, simplicidade da instalação e baixos custos das obras civis.

Empresas de Saneamento, tanto públicas como concessionárias privadas estão adotando esta tecnologia mais atual. A CEDAE- Cia. Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro estabeleceu norma para “Projeto e Construção de Estações Elevatórias de Esgoto Sanitário – NT-3.200-000.000-SPT-04-001 – em que recomenda expressamente o uso de bombas re-autoescorvantes.

O download desta norma pode ser obtido pelo link: http://www.cedae.com.br/div/normacedaeelevatoriaesgoto.pdf

Deve-se ressaltar, entretanto, que os maiores benefícios serão notados pelos usuários do equipamento (operadores e mecânicos de manutenção) devido à facilidade, autonomia e rapidez para a execução de eventuais reparos e com custos muito menores que os das bombas submersas ou verticais.

As elevatórias equipadas com bombas Re-autoescorvantes têm as seguintes características:

- A bomba é instalada em casa de bombas estanque, sem contato com o poço de sucção. Apenas o tubo de sucção fica submerso no líquido.

- O poço de sucção é condicionado apenas por requisitos hidráulicos, sendo reduzido ao essencial, portanto o volume de concreto empregado é menor que no caso das bombas submersíveis.

 

Bombas auto-escorvantes convencionais, também chamadas de auto-aspirantes, são adequadas para operar, exclusivamente, com líquidos limpos, isentos de partículas e também sem possibilidades de sedimentação, pois não têm capacidade de fazer re-escorvamento. Na hipótese de ocorrer falha na válvula flap (na parte interna da bomba), devido a uma pequena partícula (grão de areia, por exemplo), sedimentação ou desgaste, a bomba auto-escorvante convencional não terá capacidade de eliminar o ar da tubulação de sucção.

 

Fonte: www.bombascentrifugas.com.br

Como funciona a bomba d’água

Nos motores modernos, a bomba de água está montada na parte da frente do bloco e é acionada pela correia do ventilador. É a bomba de água que alimenta a camisa de água do motor com água fria proveniente do depósito inferior do radiador. A água aquecida pelo motor circula então através do cabeçote e, passando pelo termostato, regressa ao depósito superior do radiador.

Uma pequena quantidade da água que segue para o aquecimento e, em alguns modelos de automóveis, para o coletor de admissão retorna ao radiador sem passar pelo termostato.

O rotor da bomba consiste num disco com palhetas que atira a água de encontro à carcaça da bomba, por ação da força centrífuga e a impele, devido à forma da carcaça, para a camisa de água. Um retentor veda a passagem da água ao longo do eixo do rotor.

Quando o termostato reduz a circulação da água através do radiador, a bomba continua trabalhando, fazendo a água circular somente pelo motor através de um tubo de derivação.

 

Na próxima semana, teremos uma semana temática com tudo relacionado a Bombas Hidráulicas. Se você tem dúvidas e sugestões sobre o assunto, comente o post ou envie um email para miucha@interseal.com.br.

 

Fonte: http://sistemasautomotivos.blogspot.com.br/

Confira as novidades que a Interseal trouxe para você

O Rotor de Bomba d’Água é uma peça bastante importante e delicada, passível de desgaste, já que trabalha em constante atrito. É importante ficar atento ao seu correto funcionamento, pois pode ser danificado até mesmo por falta de água.

Para substituí-la, remova com auxílio de chaves de fendas, cuidando para não danificar a carcaça. O novo rotor deve ser lubrificado, pressione-o para dentro da bomba, rodando em sentido horário para encaixá-lo corretamente. Depois instale a nova junta.

A troca do Rotor de bombas hidráulicas é aconselhado a cada 100 horas de uso.

Compre esse e outros produtos da Interseal na nossa loja virtual: www.lojadoselo.com.br.