Arquivos da categoria: Indústrias

Madeiras de cafezais são transformadas em móveis no Sul de Minas

Há cerca de sete anos, o marceneiro aposentado Paulo Silva, 71 anos, de Cabo Verde, município do Sul de Minas, descobriu sua vocação de artista quando participou de um treinamento para artesãos.

A partir daí começou a produzir móveis rústicos confeccionados em madeira de café, que evoluiu para acabamentos finos e criativos no laminado.

A inovação tem chamado a atenção de apreciadores da arte que valorizam o artesanato e buscam as diversidades inimagináveis presentes no mercado, principalmente as que possuem uma familiaridade com o café.

Paulo Silva sempre trabalhou como marceneiro, mas com a dificuldade de adquirir madeiras, resolveu inovar, aproveitando o fato de a região ser cafeeira e ter sua maior renda nesta economia. Por meio da nova atividade, ele acaba participando da sustentabilidade do município. “Se falta madeira de lei, sobra madeira de café, porque Cabo Verde é puro café, e os produtores não sabem o que fazer com a madeira, mas eu sei. Gasto apenas com o carreto para buscá-las nos cafezais”, conta.

Antes de usar a madeira como matéria-prima, o artista procurou informações sobre sua resistência. “Eu pesquisei tudo sobre ela. O resultado superou as expectativas. Ela é forte, tem natureza amarga e não é propícia a proliferação de cupins. Estas eram as minhas preocupações”, afirma.

Descoberta da vocação
Ele diz que depois que começou a construir móveis de madeira de café, sua vida mudou totalmente, tanto nos aspectos sociais, como pessoais. Segundo conta, antes de trabalhar nessa área, estava em uma vida muito difícil, com problemas financeiros e até mesmo emocionais.

A vida artística fez bem para a saúde do artesão. Ele acabou descobrindo que a tendência para arte é genética. “A arte está na genética da minha família, só que ninguém levou a sério, só eu. Tenho um irmão que faz instrumentos musicais de madeira, como cavaquinho e violino, outro que esculpia e, ainda outro que fazia casinhas de bonecas e trabalhos similares”, explica.

O trabalho é feito a partir da madeira “in natura”. “Eu limpo, lixo, com dois ganchos, faço os pés da mesa e por cima uso madeira fina, faço um laminado de um centímetro e crio desenhos de minha imaginação. O custo de uma mesa de 80 centímetros e quatro bancos, laminada e com os pés naturais, sai a R$650. “O trabalho é uma mistura, os pés são rústicos e, normalmente, a parte de cima tem desenhos no laminado, em uma produção só de madeira de café”, relata.

Segundo Paulo Silva, comparando as peças que produzia no início da carreira artística com as atuais, é perceptível a melhoria na qualidade dos produtos. “Eu fui me aperfeiçoando com o tempo. Quando comecei, os produtos eram de madeira pura, rústicos, sem desenhos. Fui aprimorando. Hoje os consumidores preferem os produtos com uma pitada de arte”, destaca.

A maior fonte de renda do artesão vem dessa atividade. Os móveis são produzidos por encomenda, com uma procura maior do que a demanda. “São encomendados e vendidos em minha oficina ou na Casa do Artesão de Cabo Verde”, contou.

O artista está vivendo um momento de realização pessoal e profissional. “Estou muito feliz, trabalho sozinho, tenho maquinário próprio e o lugar é meu. Faço o que gosto. Descobri que gosto mais disso aqui do que de marcenaria. Minha maior recompensa é ver várias pessoas apreciando minha criação, destacando a arte na mobília. Hoje posso dizer que trabalho por prazer”, afirmou entusiasmado.
A matéria é da Agência Minas, adaptada pelo CaféPoint.

Fonte: http://www.cafepoint.com.br/

Vendas de máquinas e implementos agrícolas devem bater recorde na Expointer 2013

A Expointer 2013 acontecerá este ano entre os dias 24 de agosto e 01 de setembro, é a maior feira da agropecuária da América Latina, abrigando fornecedores do que há de melhor em máquinas como tratores, colheitadeiras,   e produtos em geral para o campo e lavoura.

Os números referentes à arrecadação que acontecem todos os anos nos pavilhões da Expointer, com a comercialização dos produtos que vão além de máquinas e implementos agrícolas, englobando também comércio de produtos em geral, artesanato, animais e uma infinidade de produtos que movimentam de maneira relevante a economia do estado e engrandecem o porte desta que já é uma feira internacional de grande sucesso.

Em cada nova edição do evento, e na Expointer 2013, não será diferente, são apresentados equipamentos e maquinário agrícola com tecnologia de ponta.  A 35ª edição da Expointer foi marcada pelo recorde de negócios em máquinas e implementos agrícolas.  O volume de vendas ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão, contabilizando o maior resultado da história da Expointer, a maior feira do agronegócio. O balanço foi divulgado pelo Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas (Simers), com base nos dados fornecidos pelo Banrisul, Badesul, BRDE, Banco do Brasil e Sicredi.

O resultado positivo da edição da Expointer no ano de 2012 chegou a ser surpreendente, por alguns fatores, como a seca que havia atingido a região na época. Outro resultado positivo foi com a venda de animais que também superou a marca da edição da Expointer de 2011.

 

Fonte: http://www.expointer2013.com.br/vendas-de-maquinas-e-complementos-agricolas-devem-bater-recorde-na-expointer-2013

A História dos rolamentos

Não sabemos ao certo quem inventou ou quando surgiram os primeiros rolamentos. Entretanto podemos dizer que estes foram evoluindo conforme a evolução das próprias civilizações, e apesar de não termos uma data exata, a invenção é considerada extremamente antiga, sendo que alguns estudiosos situam este surgimento por volta dos anos 4000 a.C, na Escandinávia. Em contrapartida, outros historiadores datam o fato de 3500 a.C, sendo utilizado pelos sumérios.

 

Apesar de não sabermos a origem exata, indícios como pictografias e outras ilustrações nos revelam que diversos povos fizeram o uso das técnicas de rolagem. Os egípcios deixaram relatos do uso para várias construções. Há inclusive uma ilustração, conhecida como “engenho de lubrificação”, datada de 1800 a.C que mostra um egípcio na ponta da pedra entornando um lubrificante no chão.

O uso também foi registrado pelas civilizações clássicas (Greca e Romana). Muitos escritos da época fazem alusão sobre “esferas” e “rolimãs” que facilitavam e otimizavam o trabalho. Além destes, podemos verificar o uso dos rolamentos nos tempos seguintes e no decorrer da história humana.

Com o desenvolvimento tecnológico, os tipos e técnicas de rolamentos foram aprimorados, e hoje podemos encontra-los em diferentes formatos e tamanhos, sendo recomendados para funções específicas, garantindo assim, melhor desempenho das máquinas.

Fonte: http://www.ucr.com.br/blog/index.php/rolamentos-historia/

 

Selos mecânicos externos

A maior parte dos selos mecânicos trabalha do lado de dentro da bomba, internamente. Dessa maneira, o selo mecânico sofre uma pressão positiva, que empurra o conjunto rotativo em direção ao conjunto estacionário, contribuindo com a vedação primária e fazendo a vedação do fluido. No entanto, alguns equipamentos exigem que o selo mecânico trabalhe do lado de fora, externamente. Nesses casos, não é possível utilizar os mesmo modelos de selos mecânicos que trabalham internamente, já que a pressão se dá de forma negativa, afastando o conjunto rotativo do conjunto estacionário, permitindo o vazamento do fluido.

A Interseal, representando a Selobras no Rio Grande do Sul, tem as melhores opções de selos mecânicos para trabalhar internamente e externamente ao seu equipamento.

Consulte-nos!

 

Como identificar o selo mecânico ideal

Muitos clientes chegam à nós em busca de selos mecânicos mas com poucas informações sobre eles. Embora as informações sobre esse produto sejam poucas (ou pouco conhecidas), o universo dos selos mecânicos é enorme. Isso significa que não existe um padrão de selo mecânico que sirva para todas as situações. Temos modelos e medidas que são fabricadas em alta produção por serem mais usadas, mas isso não quer dizer que esse modelos mais populares são os mais indicados para a sua condição de trabalho. Quanto mais informação houver, mais fácil de encontrarmos a solução certeira para o equipamento.

Alguns dados são essenciais para a identificação de um selo mecânico: diâmetro do eixo, modelo do selo e materiais dos componentes. Além dessas informações, principalmente quando os materiais dos componentes são desconhecidos, pode ser preciso saber qual o fluido bombeado, a temperatura e a pressão de trabalho. Quando se desconhece o modelo do selo, precisaremos de mais dados ainda, como dimensionais de alojamento e da caixa de selagem, tipo de equipamento, etc.

Ao contrário do que muitos pensam, ter um código ou a marca de uma bomba não é certeza de que teremos a informação do selo mecânico a ser utilizado no equipamento. Isso porque nem todos os códigos mostram informações públicas, como modelo de selo e materiais, alguns códigos se referem ao número de ordem de produção ou algum código interno da empresa que fabricou aquele selo mecânicos específico. Do mesmo modo, saber apenas o modelo da bomba pode ser insuficiente, já que o acesso ao modelo de selo utilizado por cada fabricante é restrito, pois os fabricantes podem mudar o modelo de selo mecânico que sai de fábrica e porque o equipamento pode ter sofrido alterações ao longo do tempo que tiraram as características originais pretensamente conhecidas.

Por isso, sempre que precisar de um selo mecânico, lembre-se de ter consigo as informações essenciais e, se isso não for possível, de apresentar as informações adicionais para que possamos identificar e oferecer o selo mecânico que vai corresponder à necessidade.

 

Tratamento de Efluentes de Curtumes

O couro é um material que tem grande importância na vida do homem há muitos anos. Ele é utilizado na fabricação de sapatos, roupas, acessórios, acabamentos de carros, na decoração de ambientes.

Para isso, o couro passa por um tratamento onde é curtido e este processo já era feito antes mesmo da era cristã. Com o passar do tempo grande parte deste processo modernizou-se e passou a ter grande influência na vida do homem. As indústrias passaram a despejar seus rejeitos nos rios sem um tratamento adequado, contribuindo para contaminação da água.

Tendo as indústrias de curtume, o título de uma das mais poluidoras, há o surgimento de uma preocupação ambiental sobre o destino dos resíduos e efluentes provenientes do tratamento do couro. Os poluentes característicos de um curtume são classificados de acordo com a natureza e seus efeitos nas águas receptoras. Por isso, são adotados parâmetros pela Legislação Ambiental para a caracterização dos despejos tais como: pH, cor, turbidez, etc.

Devido a presença de diversos poluentes, o tratamento do efluente é dividido em três etapas:

Tratamento primário, que tem como objetivo aumentar a eficiência nos tratamentos posteriores.

Tratamento secundário, que tem como função a oxidação biológica da matéria orgânica e inorgânica.

Tratamento terciário, que remove os poluentes incapazes de serem removidos nos tratamentos anteriores.

Fonte: http://www.ppg.uem.br/Docs/pes/eaic/XI_EAIC/trabalhos/arquivos/11-0195-0.pdf

http://www.jornallivre.com.br/77537/utilizacao-do-couro.html

Imagens: Google