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Tungstênio também quebra!

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Tungstênio também quebra! Nesse caso, o selo deve ter sido forçado com alguma ferramenta ou montado de forma muito desalinhada. Apesar de ser o material mais resistente a choque e à quebra que temos, ele não é indestrutível.

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Expointer sedia debate sobre os melhores sistemas de irrigação

O secretário Adjunto da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Claudio Fioreze, participou, na sexta (30), durante a 36ª Expointer, do Painel Campo e Debate, promovido pelo Campo e Lavoura e mediado pela jornalista Gisele Loeblein. Na oportunidade, os convidados falaram sobre as melhores maneiras de irrigar as lavouras do Estado.

Também participaram do debate o especialista em irrigação da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Inamasu, e o Presidente da Comissão de Irrigantes da Farsul, João Augusto Telles. “Hoje é totalmente viável investir  em irrigação, pois a relação custo beneficio está muito favorável”, destacou Fioreze. De acordo com o secretário, antigamente o sistema valia muito mais do que a própria terra. O sucesso do programa “Mais Agua, Mais Renda” iniciou oficialmente na Expointer 2012.

O programa subvenciona, por parte do Governo do Estado, duas parcelas do investimento para o produtor. Fioreze disse que a agilidade no processo de licenciamento ambiental, talvez seja o maior avanço dentro do programa.

Nos últimos 10 anos houve um comprometimento do potencial produtivo das lavouras gaúchas de 70%, fazendo com que a necessidade de irrigação suplementar às culturas varie de 80 a 300 mm. Dos 429,9 mil estabelecimentos agrícolas existentes no Estado, apenas 26,8 mil utilizam algum tipo de irrigação.

Os diferentes sistemas de irrigação foram abordados pelos presentes. O sistema mais utilizado no Estado é o de superfície (inundação), adotado em 16 mil estabelecimentos rurais gaúchos em lavouras de arroz, atingindo cerca de 1,2 milhão de hectares. Para Fioreze este é melhor momento de irrigar. “Tenho convicção de que vamos dobrar a área irrigada de 100 para 200 mil hectares”.

Em contrapartida, na concepção do secretário o maior gargalo existente é a falta de investimentos em equipamentos de irrigação, pois ainda é necessário aperfeiçoar os métodos. O Rio Grande do Sul possui apenas duas empresas fabricantes.

Apesar disso, o apoio do Governo, através de ações e as linhas de crédito existentes facilitam o investimento. “A irrigação no RS é o melhor seguro agrícola para o produtor rural”, finalizou Fioreze.

Fonte: http://www.expointer.rs.gov.br/

Madeiras de cafezais são transformadas em móveis no Sul de Minas

Há cerca de sete anos, o marceneiro aposentado Paulo Silva, 71 anos, de Cabo Verde, município do Sul de Minas, descobriu sua vocação de artista quando participou de um treinamento para artesãos.

A partir daí começou a produzir móveis rústicos confeccionados em madeira de café, que evoluiu para acabamentos finos e criativos no laminado.

A inovação tem chamado a atenção de apreciadores da arte que valorizam o artesanato e buscam as diversidades inimagináveis presentes no mercado, principalmente as que possuem uma familiaridade com o café.

Paulo Silva sempre trabalhou como marceneiro, mas com a dificuldade de adquirir madeiras, resolveu inovar, aproveitando o fato de a região ser cafeeira e ter sua maior renda nesta economia. Por meio da nova atividade, ele acaba participando da sustentabilidade do município. “Se falta madeira de lei, sobra madeira de café, porque Cabo Verde é puro café, e os produtores não sabem o que fazer com a madeira, mas eu sei. Gasto apenas com o carreto para buscá-las nos cafezais”, conta.

Antes de usar a madeira como matéria-prima, o artista procurou informações sobre sua resistência. “Eu pesquisei tudo sobre ela. O resultado superou as expectativas. Ela é forte, tem natureza amarga e não é propícia a proliferação de cupins. Estas eram as minhas preocupações”, afirma.

Descoberta da vocação
Ele diz que depois que começou a construir móveis de madeira de café, sua vida mudou totalmente, tanto nos aspectos sociais, como pessoais. Segundo conta, antes de trabalhar nessa área, estava em uma vida muito difícil, com problemas financeiros e até mesmo emocionais.

A vida artística fez bem para a saúde do artesão. Ele acabou descobrindo que a tendência para arte é genética. “A arte está na genética da minha família, só que ninguém levou a sério, só eu. Tenho um irmão que faz instrumentos musicais de madeira, como cavaquinho e violino, outro que esculpia e, ainda outro que fazia casinhas de bonecas e trabalhos similares”, explica.

O trabalho é feito a partir da madeira “in natura”. “Eu limpo, lixo, com dois ganchos, faço os pés da mesa e por cima uso madeira fina, faço um laminado de um centímetro e crio desenhos de minha imaginação. O custo de uma mesa de 80 centímetros e quatro bancos, laminada e com os pés naturais, sai a R$650. “O trabalho é uma mistura, os pés são rústicos e, normalmente, a parte de cima tem desenhos no laminado, em uma produção só de madeira de café”, relata.

Segundo Paulo Silva, comparando as peças que produzia no início da carreira artística com as atuais, é perceptível a melhoria na qualidade dos produtos. “Eu fui me aperfeiçoando com o tempo. Quando comecei, os produtos eram de madeira pura, rústicos, sem desenhos. Fui aprimorando. Hoje os consumidores preferem os produtos com uma pitada de arte”, destaca.

A maior fonte de renda do artesão vem dessa atividade. Os móveis são produzidos por encomenda, com uma procura maior do que a demanda. “São encomendados e vendidos em minha oficina ou na Casa do Artesão de Cabo Verde”, contou.

O artista está vivendo um momento de realização pessoal e profissional. “Estou muito feliz, trabalho sozinho, tenho maquinário próprio e o lugar é meu. Faço o que gosto. Descobri que gosto mais disso aqui do que de marcenaria. Minha maior recompensa é ver várias pessoas apreciando minha criação, destacando a arte na mobília. Hoje posso dizer que trabalho por prazer”, afirmou entusiasmado.
A matéria é da Agência Minas, adaptada pelo CaféPoint.

Fonte: http://www.cafepoint.com.br/

Aumente a vida útil da sua bomba d’água

Exigentes, delicadas e imprescindíveis, as bombas d’água ainda causam muitos transtornos nos prédios. Um dos principais motivos é a falta de manutenção e de cuidados permanentes, diminuindo a vida útil do equipamento.

A manutenção da bomba deve ser feita a cada seis meses. É preciso lubrificar, verificar os rolamentos e fiação e fazer uma limpeza. O cuidado prolonga o tempo de uso da bomba, cuja média é de 10 a 15 anos.

A durabilidade de uma bomba também depende do uso correto e de uma boa instalação. Recomenda-se a instalação de um quadro de comando bem dimensionado, além do disjuntor. Esses procedimentos evitam que a bomba seja atingida por alguma mudança na tensão da rede.

Evite imprevistos, inspecionando e substituindo os componentes conforme quilometragem de revisão recomendada pelo fabricante, verificando possíveis obstruções nas mangueiras do sistema de refrigeração.

Fonte: http://www.conab.com.br/site/menu.asp?page=noticiasDetalhe&cod=29&tipo=M

DICA: Aumente a vida útil do seu motor elétrico

Os pés são a interface do motor com a base, o que significa que a base deve estar nivelada e plana para garantir uma operação mais segura com menores níveis de vibração.

 

Fonte: http://ecatalog.weg.net/files/wegnet/WEG-w22-motor-trifasico-22-ways-mercado-brasil-50024510-catalogo-portugues-br.pdf

Selos mecânicos externos

A maior parte dos selos mecânicos trabalha do lado de dentro da bomba, internamente. Dessa maneira, o selo mecânico sofre uma pressão positiva, que empurra o conjunto rotativo em direção ao conjunto estacionário, contribuindo com a vedação primária e fazendo a vedação do fluido. No entanto, alguns equipamentos exigem que o selo mecânico trabalhe do lado de fora, externamente. Nesses casos, não é possível utilizar os mesmo modelos de selos mecânicos que trabalham internamente, já que a pressão se dá de forma negativa, afastando o conjunto rotativo do conjunto estacionário, permitindo o vazamento do fluido.

A Interseal, representando a Selobras no Rio Grande do Sul, tem as melhores opções de selos mecânicos para trabalhar internamente e externamente ao seu equipamento.

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