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RJ pode fechar todos os seus lixões em 2014

O secretário do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, disse, na última sexta-feira (13), que o estado deve ser o primeiro do país a acabar com os lixões, o que está previsto para ocorrer no próximo ano. Ele apresentou, o balanço de 2013 do Programa Coleta Seletiva Solidária, da Secretaria de Estado do Ambiente, que reuniu cerca de 180 pessoas, entre representantes de prefeituras, cooperativas de catadores de lixo e agentes ambientais.

“Em 2014 vamos acabar com todos os lixões do estado. Talvez seremos o primeiro estado do Brasil a cumprir a lei, segundo a ministra [do Meio Ambiente] Izabella Teixeira”, adiantou Minc. Segundo ele, no entorno da Baía de Guanabara já foram fechados todos os grandes lixões, citando Itaoca, em São Gonçalo, na região metropolitana; e Babi, em Belford Roxo, e Gramacho, em Caxias, ambos na Baixada Fluminense. “Em matéria de lixão, em seis anos, invertemos de 90% do lixo em lixões para 10%, e os 10% de lixo em aterros, para 90%”, assegurou

De acordo com ele, o Rio de Janeiro deu um grande salto com o fechamento dos lixões e a abertura de aterros sanitários para substituí-los. No entanto, como ocorre segundo ele em todo o Brasil, está atrasado na coleta seletiva e na reciclagem. “Do ponto de vista da reciclagem, nesses mesmos anos, passamos de 1% de coleta seletiva domiciliar para 3%. Ou seja, 95% das residências ainda não fazem a separação e a coleta seletiva”, admitiu Minc.

Durante o evento, foram avaliadas duas estratégias para solucionar o problema da coleta seletiva e reciclagem no estado. A primeira sugestão da secretaria é apoiar os municípios a organizarem a coleta seletiva, dividindo as cidades por bairros, fazendo galpões, organizando a distribuição de material reciclado para as cooperativas e conseguindo transportes.

A outra proposta é apoiar as cooperativas, qualificando os catadores, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Ministério do Trabalho, porém com recursos e orientação do órgão estadual. Além disso, a secretaria disponibilizaria às cooperativas instrumentos, como compactadores e esteiras.

No encontro, também foi abordada a hipótese das licenças estaduais e municipais concedidas às empresas agregarem uma condicionante ambiental. Nele, as empresas entregariam seu lixo reciclável às cooperativas de catadores, já que esse insumo é vital para a categoria.

O Programa Coleta Seletiva Solidária foi criado em 2011, a fim de assessorar os municípios fluminenses na elaboração, implantação e acompanhamento da coleta seletiva, valorizando a categoria dos catadores de materiais recicláveis. Ao longo desses dois anos, a Secretaria de Estado do Ambiente apoiou ações em 60 prefeituras, qualificando mais de 60 cooperativas de catadores.

“Essas ações estão em curso, mas vimos que é necessário um maior volume de recursos, mais setores das prefeituras envolvidos, orientar as empresas para que forneçam seu resíduo limpo. Essas medidas vão impulsionar para que o resultado da reciclagem atinja outra escala”, explicou Carlos Minc.

Pela Lei 12.305, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, após 2014 o Brasil não poderá mais ter lixões, que serão substituídos pelos aterros sanitários. Além disso, os resíduos recicláveis não poderão ser enviados para os aterros sanitários e os municípios que desrespeitarem a norma podem ser multados.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

 

Turbinas eólicas em alto mar podem diminuir intensidade de furacões

Mark Jacobson, engenheiro ambiental e professor da Universidade de Stanford, realizou uma pesquisa que aponta que as turbinas eólicas instaladas em alto-mar são capazes de proteger as cidades da ação arrebatadora dos furacões que surgem no oceano, uma vez que as torres são resistentes e aproveitam a força dos ventos  para gerar mais energia.

Baseado em seus experimentos, o especialista afirma que, se houvesse um grande parque eólico na costa dos EUA, seria possível reduzir por mais de 70% a intensidade do furacão Katrina em 2005. Assim, Jacobson mira os parques eólicos offshore (localizados na costa) como eficientes barreiras contra os eventos climáticos extremos. “Com a aproximação dos furacões, as cidades teriam ventos mais brandos e tempestades menos severas”, explicou o professor ao jornal norte-americano The Huffington Post.

Para chegar à conclusão, o estudo demandou uma simulação com 70 mil torres eólicas, instaladas a 100 quilômetros da costa sudeste de Nova Orleans, nos EUA. Capazes de gerar uma carga de 300 gigawatts de energia, as turbinas conseguiram reduzir com eficiência a intensidade de uma forte tempestade, permanecendo incólumes à passagem do fenômeno climático.

Segundo Jacobson, os parques eólicos em alto-mar têm altos custos de implantação, mas, além de serem fontes de geração de energia limpa, também previnem os estragos causados pelos fenômenos naturais. Através de simulações, o estudo concluiu que seria possível gerar uma quantidade de 0.45 terawatts de eletricidade limpa ao evitar os efeitos catastróficos da passagem do Katrina. O parque eólico também conseguiria reduzir em 21% a intensidade do furacão Sandy, que atingiu parte da América Central e da costa leste dos EUA em 2012.

 

Fonte: http://ciclovivo.com.br

 

Copenhagen Wheel: a roda que transforma bicicletas comuns em híbridas em poucos segundos

“Vamos de bicicleta?” – a pergunta leva a uma viagem mental do caminho que será percorrido. O ciclista eventual terá duas preocupações principais em mente: segurança das vias e inclinação das ladeiras do caminho. Enquanto a seguridade para ciclistas ainda é um percurso longo a ser percorrido pelas grandes cidades brasileiras, a dificuldade para encarar as ladeiras pode ser sanada com a ajuda de uma bicicleta elétrica, cujo motor pode ser acionado na subida.


Copenhagen Wheel vem aí para dar mais um empurrão (real e metafórico) àqueles que querem adotar a bicicleta como meio de locomoção. Ela está sendo desenvolvida pelo Massachusetts Institute of Technology SENSEable City Laboratory (também chamada de Superpedestrian). Aparentemente, ela é uma roda normal, porém com uma bola vermelha no centro do aro. É nessa bola que mora a tecnologia. Controlada por um aplicativo de celular e pelo próprio movimento do ciclista, ela detecta quando as pedaladas ficam mais difíceis (quando subimos uma ladeira, por exemplo) e inicia o motor (localizado na própria roda) para ajuda-lo automaticamente. Então, quando o ciclista freia ou desce uma ladeira, o sistema instalado dentro da bola captura a energia dissipada e recarrega sua bateria, o que torna desnecessário o momento de carregar o motor em uma tomada, por exemplo.

A instalação da roda pode ser feita em qualquer bicicleta de mesmo aro – bastam dois parafusos e a instalação do aplicativo que a acompanha. O aplicativo é feito em plataforma aberta para outros programadores contribuírem com o produto. E além de controlar o “peso” máximo das pedaladas na subida, ele pode orientar os melhores caminhos pela cidade, por exemplo.

A Superpedestrian recebeu esta semana 2,1 milhões de dólares para colocar a Copenhagen Wheel em ponto de produção – eles esperam disponibilizá-la no mercado em 2 meses, perto do Natal.

Veja o vídeo AQUI.

 

Fonte: http://www.programadavinci.com.br/

 

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VOCÊ SABIA? Venda de bicicletas supera a de carros novos em quase todos os países da Europa

Uma pesquisa realizada em diferentes locais da Europa comparou o número de vendas de bicicletas em comparação com o número de vendas de carros novos, em 2012. O estudo, divulgado pela organização NPR, mostrou que na maioria dos países — menos em Luxemburgo e Bélgica — as bikes estão na frente dos automóveis.

Na Itália, por exemplo, as vendas de bicicletas superaram as de carros novos pela primeira vez desde a II Guerra Mundial. Em parte, a queda no número de automóveis comercializados pode ser explicada pela recessão que atinge vários países da Europa desde 2008 e diminuiu o poder de compra da população.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br

Exportação de milho cresce no Brasil

A exportação de milho cresceu muito este ano. O Brasil está vendendo até para os Estados Unidos e a maior parte sai de Mato Grosso, o estado que mais produziu milho no país e que deve mandar para o exterior, em 2013, quase de 13 milhões de toneladas do grão.

Normalmente os caminhões carregados de grãos deixam o estado rumo aos principais portos do país: Santos, em São Paulo e Paranaguá, no Paraná. Juntos, eles foram responsáveis pelo escoamento de 80% do milho mato-grossense exportado em 2012.

Este ano, outras rotas alternativas começaram a ganhar espaço na preferência dos exportadores.  É o caso de Itacoatiara, no Amazonas, Vitória, no Espírito Santo, e São Francisco do Sul, em Santa Catarina.

“A gente saiu um pouco do gargalo que é o porto de Paranaguá. Então, com isso nosso cronograma de exportação foi muito mais eficiente que no ano passado”, diz o diretor administrativo da Friagil, Nilton José Dal Bem.

Quem ainda não escoa pelos portos alternativos, está preocupado. Os silos da Cooperativa de Lucas do Rio Verde ainda guardam 65% do milho produzido pelos agricultores associados.

Até agora, a cooperativa vendeu cerca de 50 mil toneladas de milho para a exportação, mas por enquanto, apenas 32 mil foram escoadas. Todo o restante continua armazenado nos silos e só deve ser retirado no mês de novembro.

Toda exportação da cooperativa continua sendo feita por Santos e Paranaguá. A decisão de escoar o produto no fim do ano foi dos compradores.

“Pessoal fez esta opção de contrato para novembro, eu acredito que um pouco para diluir o carregamento. Porém ele não está acontecendo agora, ele está deixando uma concentração muito grande para outubro e novembro o que nos preocupa”, diz o presidente da Cooalve, Antônio Carlos Costa Lima.

No Porto de Santos, em São Paulo, pelo menos dez navios foram carregados com milho nesta semana. Agora, o embarque está mais tranquilo.  O tempo de espera das embarcações há dois meses chegava a 40 dias, caiu para 15 em média.

Nos primeiros oito meses do ano, o país que mais importou milho do Brasil foi a Coreia do Sul, com dois milhões de toneladas.  Em seguida, o Japão, com 1,9 milhão de toneladas.

O que chama a atenção na lista é a posição dos Estados Unidos que estão em terceiro lugar. Por causa da forte seca que atingiu o país no ano passado, eles estão precisando do nosso milho para recompor os estoques. Já compraram de janeiro a agosto 982 mil toneladas do grão, 22 vezes mais do que foi importado no mesmo período de 2012.

Até agora,  no total, já saíram pelos portos brasileiros 12 milhões de toneladas de milho. O dobro do ano passado.

 

Fonte: http://g1.globo.com

BNDES cria programa para armazenagem de grãos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou um programa de R$ 1 bilhão para financiar a construção e ampliação de silos e estruturas de armazenagem para produtores de grãos. O objetivo é mitigar o déficit de armazéns existente no país, em um ano em que a safra deverá ser recorde. O programa terá condições semelhantes à do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que financia a compra de bens de capital (peças e equipamentos usados na produção).

De acordo com Juliana Santos da Cruz, chefe do departamento de relações com agentes financeiros do BNDES, a instituição realizou uma total reformulação do programa BNDES Cerealistas. Criado em 2008, o programa tinha dotação orçamentária de R$ 500 milhões e taxas variáveis superando os 5%.

O novo programa terá mais R$ 1 bilhão de orçamento com taxa fixa de 3,5% ao ano, incluindo intermediação financeira. O prazo que era de 144 meses passou para 180. Os recursos serão remanejados do PSI e não estão incluídos no Plano Safra. “Com a edição do PSI e agora esse boom da safra, houve a necessidade de melhorar as taxas também para esse programa”, disse Juliana ao Valor.

De acordo com Juliana, produtores de grãos de todos os portes registram déficit de armazenagem, o que fará com que a demanda seja distribuída tanto entre pequenas e médias empresas – com faturamento anual de até R$ 90 milhões, na classificação do banco – como de grandes empresas, com faturamento superior a esse valor.

O prazo entre a contratação e a liberação do empréstimo é de 30 dias. O programa é destinado a produtores de grãos de todo o país, mas, segundo o BNDES, a região Centro-Oeste costuma demandar mais recursos.

A capacidade de estocagem no país não tem crescido no mesmo ritmo que a atividade produtiva no campo. Ao se comparar dados de produção de grãos e capacidade de estoque, é possível notar um déficit de quase 30 milhões de toneladas.

A safra de grãos tem apresentado recordes sucessivos desde 2010, lembrou o gerente de Pesquisas Agrícolas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Mauro Andreazzi. A previsão para este ano é de novo recorde, de 185,7 milhões de toneladas, 14,7% acima de 2012, segundo o mais recente Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LPSA) de junho.

Ao mesmo tempo, pesquisa de estoques também apurada pelo instituto mostrou capacidade de estocagem de 158,6 milhões de toneladas em 9.223 estabelecimentos ativos no país ao fim do ano passado. “Ter maior capacidade de estocagem é estratégico para o produtor, que pode armazenar o produto quando o preço de venda não é favorável”, afirmou Andreazzi.

 

Fonte: http://www.abiplast.org.br/