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Manutenção Preditiva de Bombas Centrífugas

A manutenção preditiva é aquela que controla o estado de funcionamento das máquinas
em operação, através de instrumentos de medição, para prever falhas ou
detectar alterações nas condições físicas que requeiram a manutenção.

Os objetivos deste tipo de manutenção são:
- determinar, quando for necessário, um serviço de manutenção
em algum componente específico da máquina;
- realizar inspeções internas, eliminando desmontagens
desnecessárias;
- aumentar o tempo disponível dos equipamentos;
- minimizar os serviços de emergência ou não planejados;
- impedir a extensão dos prejuízos;
- aumentar a confiabilidade de um equipamento ou de uma linha
de produção;
- determinar, com antecedência em relação a uma parada
programada, quais os equipamentos que requeiram revisão.

A manutenção preditiva é feita através da medição de vibração
com aparelhos portáteis, podendo identificar defeitos como:
- desbalanceamento do rotor;
- desalinhamento de acoplamento ou mancal;
- empenamento do eixo;
- rolamentos danificados;
- peças frouxas.

Sua implantação requer investimentos com equipamentos e no treinamento para qualificação de pessoal de manutenção.

Os pontos de verificação de vibração e ruído são:

Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAR1sAK/bombas-centrifugas-manutencao-operacao
Fotos fonte: Google

Como funciona um rotor

Dentro da bomba possuem um ou mais rotores, que é um componente giratório dotado de pás que gira dentro do corpo da bomba, movimentando o fluido e transferindo a energia para este. A energia é em grande parte cedida sob a forma de energia cinética, que pode ser convertida em energia de pressão.

O fluido entra na bomba por um bocal de sucção. Neste bocal a pressão manométrica pode ser superior ou inferior à atmosférica ou pressão negativa. Do bocal de sucção o fluido é encaminhado a um ou mais rotores que cedem energia ao fluido, seguindo-se um dispositivo de conversão de energia cinética em energia potencial de pressão.

O fluido sai da bomba pelo bocal de recalque e a energia cedida ao fluido se apresenta sob a forma de diferença de pressão entre a sucção e o recalque da bomba. Esta energia específica é conhecida como altura manométrica total (Hman). Em função desta transferência de energia é que podemos elevar, pressurizar ou transferir fluidos.

Manutenção: cuidados com a bomba d’água

- Cheque sempre se a boia dentro da bomba não está presa. Se ela não estiver flutuando livremente, a bomba não vai detectar se a água subir.
- Veja sempre se as telas e aberturas estão desimpedidas. Um entupimento pode impedir a bomba de funcionar. Limpe a bomba de vez em quando para evitar isso.
- Se a sua bomba submersa tem tubulação fixa, faça um buraco de aproximadamente 3mm na tubulação dentro do poço. Isso vai impedir o ar comprimido de se tornar um problema para sua bomba.

Fonte: http://www.magazineluiza.com.br/PortaldaLu/verConteudo.asp?id=7518

Livre-se dos incovenientes das bombas submersíveis

Nas Elevatórias de Esgotos ou de Efluentes, era comum a utilização de Bombas Verticais em poço úmido ou Bombas Horizontais, instaladas “afogadas” em um poço seco.

Estas alternativas apresentavam aspectos inconvenientes: elevados custos de manutenção e dificuldades para retirada da bomba vertical, devido ao seu eixo prolongado com mancais intermediários e no caso das bombas horizontais, os altos custos de obras civis para construção do poço seco, além dos riscos de inundação.

 

Depois tornou-se frequente a especificação das chamadas Bombas Submersíveis, que apresentavam vantagens comparando-se com os equipamentos mais antigos. O projeto de uma Estação Elevatória com bombas submersíveis tem entre suas principais características:

1. A bomba é instalada em poço úmido, ficando o conjunto moto-bomba submerso no líquido bombeado.
2. O poço de sucção, devido aos requisitos hidráulicos das bombas, é de grandes dimensões
3. A bomba pode ser instalada com um sistema de acoplamento automático a tubulação de recalque por meio de um tubo guia e pedestal ou através de mangotes flexíveis. Em ambos os casos, para o içamento das bombas, utiliza-se guincho e correntes.

 

Os usuários destas bombas submersíveis, entretanto, passaram a encontrar as seguintes dificuldades:

- Para executar-se a manutenção do equipamento, é necessário retirar a bomba do poço. Ocorrem, então, dois problemas: na retirada a bomba traz o esgoto aderido à carcaça (oferecendo riscos de saúde para o operador e para o mecânico); o esgoto do poço contamina a junta que faz a vedação entre a bomba e a tubulação de recalque e na recolocação raramente a bomba fica perfeitamente encaixada.

- O travamento do conjunto girante devido à aspiração de sólidos longos, finos e resistentes (arames, fios elétricos, tiras de couro, etc) que passem pelo crivo da sucção provocam grandes danos devido ao fato do conjunto ser monobloco (um eixo único para a bomba e motor). O travamento gera, na maioria das vezes, quebra da carcaça e dos selos mecânicos com inundação e queima do motor elétrico. Este reparo normalmente alcança entre 60% a 70% do custo de uma bomba nova.

- A freqüência de manutenção é alta.

- O custo de manutenção também é alto devido requerer mão-de-obra especializada.

Atualmente, tanto nos projetos de novas Estações Elevatórias, como na modernização de Estações antigas, as Bombas do tipo Re-autoescorvantes tem sido mais utilizadas que as de concepção de projeto mais antigo (verticais e submersíveis), em uma proporção crescente, na medida que os profissionais envolvidos tenham conhecimento das vantagens desta nova tecnologia. Os benefícios das Bombas Re-autoescorvantes estão presentes na fase de elaboração de projeto e na construção da Elevatória, isto é, simplicidade da instalação e baixos custos das obras civis.

Empresas de Saneamento, tanto públicas como concessionárias privadas estão adotando esta tecnologia mais atual. A CEDAE- Cia. Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro estabeleceu norma para “Projeto e Construção de Estações Elevatórias de Esgoto Sanitário – NT-3.200-000.000-SPT-04-001 – em que recomenda expressamente o uso de bombas re-autoescorvantes.

O download desta norma pode ser obtido pelo link: http://www.cedae.com.br/div/normacedaeelevatoriaesgoto.pdf

Deve-se ressaltar, entretanto, que os maiores benefícios serão notados pelos usuários do equipamento (operadores e mecânicos de manutenção) devido à facilidade, autonomia e rapidez para a execução de eventuais reparos e com custos muito menores que os das bombas submersas ou verticais.

As elevatórias equipadas com bombas Re-autoescorvantes têm as seguintes características:

- A bomba é instalada em casa de bombas estanque, sem contato com o poço de sucção. Apenas o tubo de sucção fica submerso no líquido.

- O poço de sucção é condicionado apenas por requisitos hidráulicos, sendo reduzido ao essencial, portanto o volume de concreto empregado é menor que no caso das bombas submersíveis.

 

Bombas auto-escorvantes convencionais, também chamadas de auto-aspirantes, são adequadas para operar, exclusivamente, com líquidos limpos, isentos de partículas e também sem possibilidades de sedimentação, pois não têm capacidade de fazer re-escorvamento. Na hipótese de ocorrer falha na válvula flap (na parte interna da bomba), devido a uma pequena partícula (grão de areia, por exemplo), sedimentação ou desgaste, a bomba auto-escorvante convencional não terá capacidade de eliminar o ar da tubulação de sucção.

 

Fonte: www.bombascentrifugas.com.br

Como funciona a bomba d’água

Nos motores modernos, a bomba de água está montada na parte da frente do bloco e é acionada pela correia do ventilador. É a bomba de água que alimenta a camisa de água do motor com água fria proveniente do depósito inferior do radiador. A água aquecida pelo motor circula então através do cabeçote e, passando pelo termostato, regressa ao depósito superior do radiador.

Uma pequena quantidade da água que segue para o aquecimento e, em alguns modelos de automóveis, para o coletor de admissão retorna ao radiador sem passar pelo termostato.

O rotor da bomba consiste num disco com palhetas que atira a água de encontro à carcaça da bomba, por ação da força centrífuga e a impele, devido à forma da carcaça, para a camisa de água. Um retentor veda a passagem da água ao longo do eixo do rotor.

Quando o termostato reduz a circulação da água através do radiador, a bomba continua trabalhando, fazendo a água circular somente pelo motor através de um tubo de derivação.

 

Na próxima semana, teremos uma semana temática com tudo relacionado a Bombas Hidráulicas. Se você tem dúvidas e sugestões sobre o assunto, comente o post ou envie um email para miucha@interseal.com.br.

 

Fonte: http://sistemasautomotivos.blogspot.com.br/

Indústria de máquinas e equipamentos fatura 9,2% a mais em 2011

A indústria brasileira de bens de capital mecânicos encerrou o ano de 2011 com faturamento de R$81,2 bilhões, 9,2% acima do verificado em 2010. Apesar do resultado, a Associação Brasileira daIndústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) alega que o setor ainda não conseguiu se recuperarda crise de 2008, já que o desempenho ficou 3,8% abaixo do resultado daquele ano.

Entre os grupos que mais influenciaram o crescimento do segmento está o de máquinas agrícolas, que registrou aumento de 30,1% nas vendas na comparação com o ano anterior. Bens sob encomenda (maquinário produzido em casos específicos e que não ficam em estoque) venderam 6,2% a mais.

Bombas e motobombas tiveram alta de 6%. No movimento contrário, as vendas de máquinas têxteis, válvulas e máquinas para plásticos caíram 45,5%, 18,1% e 14,3%, respectivamente.

Em janeiro de 2012, o faturamento do setor totalizou R$ 5,4 bilhões, queda de 24,4% em relação a dezembro. Segundo a Abimaq, essa redução é natural devido ao desaquecimento das vendas no início de ano. Se comparado ao primeiro mês de 2011, o resultado foi 1,4% maior.

Segundo a entidade, o deficit anual da balança comercial do setor foi U$ 17,9 bilhões, 13,6% maior que o de 2010, o que representa um novo recorde negativo. As importações somaram US$ 29,8 bilhões e as exportações ficaram em U$ 11,9 bilhões. Em janeiro de 2012, o deficit somou U$ 1,5 bilhão.

Em 2011, 48% das exportações tiveram como destino países da América Latina. As principais origens das importações, por valor, foram Estados Unidos, Alemanha e China.

 

FONTE: http://www.brasil.gov.br/noticias
FONTE FOTO: http://www.coisasdeagora.com.br/