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Visor para bomba de piscina Dancor Pratika PF22

 

visor

Visor para bomba linha Pratika PF22 Dancor de 1,5cv a 3cv. Fornecemos as peças de reposição e também as bombas completas. Esse visor é utilizado nas bombas grandes, mas também temos o visor pequeno que é um pouco diferente. Ele é fixado com uma rosca. Este da foto tem esses quatro encaixes.

Temos outras peças em estoque. Dá uma olhada aqui.

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RJ pode fechar todos os seus lixões em 2014

O secretário do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, disse, na última sexta-feira (13), que o estado deve ser o primeiro do país a acabar com os lixões, o que está previsto para ocorrer no próximo ano. Ele apresentou, o balanço de 2013 do Programa Coleta Seletiva Solidária, da Secretaria de Estado do Ambiente, que reuniu cerca de 180 pessoas, entre representantes de prefeituras, cooperativas de catadores de lixo e agentes ambientais.

“Em 2014 vamos acabar com todos os lixões do estado. Talvez seremos o primeiro estado do Brasil a cumprir a lei, segundo a ministra [do Meio Ambiente] Izabella Teixeira”, adiantou Minc. Segundo ele, no entorno da Baía de Guanabara já foram fechados todos os grandes lixões, citando Itaoca, em São Gonçalo, na região metropolitana; e Babi, em Belford Roxo, e Gramacho, em Caxias, ambos na Baixada Fluminense. “Em matéria de lixão, em seis anos, invertemos de 90% do lixo em lixões para 10%, e os 10% de lixo em aterros, para 90%”, assegurou

De acordo com ele, o Rio de Janeiro deu um grande salto com o fechamento dos lixões e a abertura de aterros sanitários para substituí-los. No entanto, como ocorre segundo ele em todo o Brasil, está atrasado na coleta seletiva e na reciclagem. “Do ponto de vista da reciclagem, nesses mesmos anos, passamos de 1% de coleta seletiva domiciliar para 3%. Ou seja, 95% das residências ainda não fazem a separação e a coleta seletiva”, admitiu Minc.

Durante o evento, foram avaliadas duas estratégias para solucionar o problema da coleta seletiva e reciclagem no estado. A primeira sugestão da secretaria é apoiar os municípios a organizarem a coleta seletiva, dividindo as cidades por bairros, fazendo galpões, organizando a distribuição de material reciclado para as cooperativas e conseguindo transportes.

A outra proposta é apoiar as cooperativas, qualificando os catadores, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Ministério do Trabalho, porém com recursos e orientação do órgão estadual. Além disso, a secretaria disponibilizaria às cooperativas instrumentos, como compactadores e esteiras.

No encontro, também foi abordada a hipótese das licenças estaduais e municipais concedidas às empresas agregarem uma condicionante ambiental. Nele, as empresas entregariam seu lixo reciclável às cooperativas de catadores, já que esse insumo é vital para a categoria.

O Programa Coleta Seletiva Solidária foi criado em 2011, a fim de assessorar os municípios fluminenses na elaboração, implantação e acompanhamento da coleta seletiva, valorizando a categoria dos catadores de materiais recicláveis. Ao longo desses dois anos, a Secretaria de Estado do Ambiente apoiou ações em 60 prefeituras, qualificando mais de 60 cooperativas de catadores.

“Essas ações estão em curso, mas vimos que é necessário um maior volume de recursos, mais setores das prefeituras envolvidos, orientar as empresas para que forneçam seu resíduo limpo. Essas medidas vão impulsionar para que o resultado da reciclagem atinja outra escala”, explicou Carlos Minc.

Pela Lei 12.305, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, após 2014 o Brasil não poderá mais ter lixões, que serão substituídos pelos aterros sanitários. Além disso, os resíduos recicláveis não poderão ser enviados para os aterros sanitários e os municípios que desrespeitarem a norma podem ser multados.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

 

Turbinas eólicas em alto mar podem diminuir intensidade de furacões

Mark Jacobson, engenheiro ambiental e professor da Universidade de Stanford, realizou uma pesquisa que aponta que as turbinas eólicas instaladas em alto-mar são capazes de proteger as cidades da ação arrebatadora dos furacões que surgem no oceano, uma vez que as torres são resistentes e aproveitam a força dos ventos  para gerar mais energia.

Baseado em seus experimentos, o especialista afirma que, se houvesse um grande parque eólico na costa dos EUA, seria possível reduzir por mais de 70% a intensidade do furacão Katrina em 2005. Assim, Jacobson mira os parques eólicos offshore (localizados na costa) como eficientes barreiras contra os eventos climáticos extremos. “Com a aproximação dos furacões, as cidades teriam ventos mais brandos e tempestades menos severas”, explicou o professor ao jornal norte-americano The Huffington Post.

Para chegar à conclusão, o estudo demandou uma simulação com 70 mil torres eólicas, instaladas a 100 quilômetros da costa sudeste de Nova Orleans, nos EUA. Capazes de gerar uma carga de 300 gigawatts de energia, as turbinas conseguiram reduzir com eficiência a intensidade de uma forte tempestade, permanecendo incólumes à passagem do fenômeno climático.

Segundo Jacobson, os parques eólicos em alto-mar têm altos custos de implantação, mas, além de serem fontes de geração de energia limpa, também previnem os estragos causados pelos fenômenos naturais. Através de simulações, o estudo concluiu que seria possível gerar uma quantidade de 0.45 terawatts de eletricidade limpa ao evitar os efeitos catastróficos da passagem do Katrina. O parque eólico também conseguiria reduzir em 21% a intensidade do furacão Sandy, que atingiu parte da América Central e da costa leste dos EUA em 2012.

 

Fonte: http://ciclovivo.com.br

 

Copenhagen Wheel: a roda que transforma bicicletas comuns em híbridas em poucos segundos

“Vamos de bicicleta?” – a pergunta leva a uma viagem mental do caminho que será percorrido. O ciclista eventual terá duas preocupações principais em mente: segurança das vias e inclinação das ladeiras do caminho. Enquanto a seguridade para ciclistas ainda é um percurso longo a ser percorrido pelas grandes cidades brasileiras, a dificuldade para encarar as ladeiras pode ser sanada com a ajuda de uma bicicleta elétrica, cujo motor pode ser acionado na subida.


Copenhagen Wheel vem aí para dar mais um empurrão (real e metafórico) àqueles que querem adotar a bicicleta como meio de locomoção. Ela está sendo desenvolvida pelo Massachusetts Institute of Technology SENSEable City Laboratory (também chamada de Superpedestrian). Aparentemente, ela é uma roda normal, porém com uma bola vermelha no centro do aro. É nessa bola que mora a tecnologia. Controlada por um aplicativo de celular e pelo próprio movimento do ciclista, ela detecta quando as pedaladas ficam mais difíceis (quando subimos uma ladeira, por exemplo) e inicia o motor (localizado na própria roda) para ajuda-lo automaticamente. Então, quando o ciclista freia ou desce uma ladeira, o sistema instalado dentro da bola captura a energia dissipada e recarrega sua bateria, o que torna desnecessário o momento de carregar o motor em uma tomada, por exemplo.

A instalação da roda pode ser feita em qualquer bicicleta de mesmo aro – bastam dois parafusos e a instalação do aplicativo que a acompanha. O aplicativo é feito em plataforma aberta para outros programadores contribuírem com o produto. E além de controlar o “peso” máximo das pedaladas na subida, ele pode orientar os melhores caminhos pela cidade, por exemplo.

A Superpedestrian recebeu esta semana 2,1 milhões de dólares para colocar a Copenhagen Wheel em ponto de produção – eles esperam disponibilizá-la no mercado em 2 meses, perto do Natal.

Veja o vídeo AQUI.

 

Fonte: http://www.programadavinci.com.br/