Copenhagen Wheel: a roda que transforma bicicletas comuns em híbridas em poucos segundos

“Vamos de bicicleta?” – a pergunta leva a uma viagem mental do caminho que será percorrido. O ciclista eventual terá duas preocupações principais em mente: segurança das vias e inclinação das ladeiras do caminho. Enquanto a seguridade para ciclistas ainda é um percurso longo a ser percorrido pelas grandes cidades brasileiras, a dificuldade para encarar as ladeiras pode ser sanada com a ajuda de uma bicicleta elétrica, cujo motor pode ser acionado na subida.


Copenhagen Wheel vem aí para dar mais um empurrão (real e metafórico) àqueles que querem adotar a bicicleta como meio de locomoção. Ela está sendo desenvolvida pelo Massachusetts Institute of Technology SENSEable City Laboratory (também chamada de Superpedestrian). Aparentemente, ela é uma roda normal, porém com uma bola vermelha no centro do aro. É nessa bola que mora a tecnologia. Controlada por um aplicativo de celular e pelo próprio movimento do ciclista, ela detecta quando as pedaladas ficam mais difíceis (quando subimos uma ladeira, por exemplo) e inicia o motor (localizado na própria roda) para ajuda-lo automaticamente. Então, quando o ciclista freia ou desce uma ladeira, o sistema instalado dentro da bola captura a energia dissipada e recarrega sua bateria, o que torna desnecessário o momento de carregar o motor em uma tomada, por exemplo.

A instalação da roda pode ser feita em qualquer bicicleta de mesmo aro – bastam dois parafusos e a instalação do aplicativo que a acompanha. O aplicativo é feito em plataforma aberta para outros programadores contribuírem com o produto. E além de controlar o “peso” máximo das pedaladas na subida, ele pode orientar os melhores caminhos pela cidade, por exemplo.

A Superpedestrian recebeu esta semana 2,1 milhões de dólares para colocar a Copenhagen Wheel em ponto de produção – eles esperam disponibilizá-la no mercado em 2 meses, perto do Natal.

Veja o vídeo AQUI.

 

Fonte: http://www.programadavinci.com.br/

 

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VOCÊ SABIA? Venda de bicicletas supera a de carros novos em quase todos os países da Europa

Uma pesquisa realizada em diferentes locais da Europa comparou o número de vendas de bicicletas em comparação com o número de vendas de carros novos, em 2012. O estudo, divulgado pela organização NPR, mostrou que na maioria dos países — menos em Luxemburgo e Bélgica — as bikes estão na frente dos automóveis.

Na Itália, por exemplo, as vendas de bicicletas superaram as de carros novos pela primeira vez desde a II Guerra Mundial. Em parte, a queda no número de automóveis comercializados pode ser explicada pela recessão que atinge vários países da Europa desde 2008 e diminuiu o poder de compra da população.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br

Exportação de milho cresce no Brasil

A exportação de milho cresceu muito este ano. O Brasil está vendendo até para os Estados Unidos e a maior parte sai de Mato Grosso, o estado que mais produziu milho no país e que deve mandar para o exterior, em 2013, quase de 13 milhões de toneladas do grão.

Normalmente os caminhões carregados de grãos deixam o estado rumo aos principais portos do país: Santos, em São Paulo e Paranaguá, no Paraná. Juntos, eles foram responsáveis pelo escoamento de 80% do milho mato-grossense exportado em 2012.

Este ano, outras rotas alternativas começaram a ganhar espaço na preferência dos exportadores.  É o caso de Itacoatiara, no Amazonas, Vitória, no Espírito Santo, e São Francisco do Sul, em Santa Catarina.

“A gente saiu um pouco do gargalo que é o porto de Paranaguá. Então, com isso nosso cronograma de exportação foi muito mais eficiente que no ano passado”, diz o diretor administrativo da Friagil, Nilton José Dal Bem.

Quem ainda não escoa pelos portos alternativos, está preocupado. Os silos da Cooperativa de Lucas do Rio Verde ainda guardam 65% do milho produzido pelos agricultores associados.

Até agora, a cooperativa vendeu cerca de 50 mil toneladas de milho para a exportação, mas por enquanto, apenas 32 mil foram escoadas. Todo o restante continua armazenado nos silos e só deve ser retirado no mês de novembro.

Toda exportação da cooperativa continua sendo feita por Santos e Paranaguá. A decisão de escoar o produto no fim do ano foi dos compradores.

“Pessoal fez esta opção de contrato para novembro, eu acredito que um pouco para diluir o carregamento. Porém ele não está acontecendo agora, ele está deixando uma concentração muito grande para outubro e novembro o que nos preocupa”, diz o presidente da Cooalve, Antônio Carlos Costa Lima.

No Porto de Santos, em São Paulo, pelo menos dez navios foram carregados com milho nesta semana. Agora, o embarque está mais tranquilo.  O tempo de espera das embarcações há dois meses chegava a 40 dias, caiu para 15 em média.

Nos primeiros oito meses do ano, o país que mais importou milho do Brasil foi a Coreia do Sul, com dois milhões de toneladas.  Em seguida, o Japão, com 1,9 milhão de toneladas.

O que chama a atenção na lista é a posição dos Estados Unidos que estão em terceiro lugar. Por causa da forte seca que atingiu o país no ano passado, eles estão precisando do nosso milho para recompor os estoques. Já compraram de janeiro a agosto 982 mil toneladas do grão, 22 vezes mais do que foi importado no mesmo período de 2012.

Até agora,  no total, já saíram pelos portos brasileiros 12 milhões de toneladas de milho. O dobro do ano passado.

 

Fonte: http://g1.globo.com