Arquivo mensais:novembro 2012

Manutenção Preditiva de Bombas Centrífugas

A manutenção preditiva é aquela que controla o estado de funcionamento das máquinas
em operação, através de instrumentos de medição, para prever falhas ou
detectar alterações nas condições físicas que requeiram a manutenção.

Os objetivos deste tipo de manutenção são:
- determinar, quando for necessário, um serviço de manutenção
em algum componente específico da máquina;
- realizar inspeções internas, eliminando desmontagens
desnecessárias;
- aumentar o tempo disponível dos equipamentos;
- minimizar os serviços de emergência ou não planejados;
- impedir a extensão dos prejuízos;
- aumentar a confiabilidade de um equipamento ou de uma linha
de produção;
- determinar, com antecedência em relação a uma parada
programada, quais os equipamentos que requeiram revisão.

A manutenção preditiva é feita através da medição de vibração
com aparelhos portáteis, podendo identificar defeitos como:
- desbalanceamento do rotor;
- desalinhamento de acoplamento ou mancal;
- empenamento do eixo;
- rolamentos danificados;
- peças frouxas.

Sua implantação requer investimentos com equipamentos e no treinamento para qualificação de pessoal de manutenção.

Os pontos de verificação de vibração e ruído são:

Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAR1sAK/bombas-centrifugas-manutencao-operacao
Fotos fonte: Google

Curiosidade: O horário de verão e a economia de energia

Começou dia 21 de outubro, e vai até o dia 17 de fevereiro de 2013, o horário brasileiro de verão. Os relógios dos moradores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Tocantins foram adiantados em uma hora.

Com a implantação do horário de verão, há melhor aproveitamento da luz natural, proporcionando uma diminuição na geração de energia elétrica que se destina à iluminação artificial. Para o setor elétrico, o principal objetivo desse horário é a redução da demanda máxima durante a ponta, o que traz como consequência o deslocamento do horário em que ocorre a carga máxima. Com o horário de verão, a ponta do sistema, que acontece entre 18h e 21h, é deslocada para o período das 19h às 22h.

No RS, ao contrário do resto do País, a demanda máxima de energia tem sido registrada no horário da tarde (entre 14h e 15h), quando há um conjunto de cargas de refrigeração utilizadas por todos os segmentos de consumo, intensificadas nos dias mais quentes. Neste ano, a Companhia registrou, em 16 de fevereiro, a demanda recorde de 5.961 MW (megawatts) às 14h43, quando a temperatura era de 35ºC.

Para o verão 2012/2013, o Grupo CEEE espera que a demanda máxima atinja aproximadamente 6.300 megawatts (MW), entre os meses de janeiro e abril, época em que os termômetros registram temperaturas altas, elevando o consumo de energia.

Na área de atuação da CEEE-D, responsável pelo atendimento de mais de 1,52 milhão de consumidores residentes em 72 municípios das regiões Sul, LitoralNorte e Sul, Centro Sul, Campanha e Metropolitana de Porto Alegre, a economia será de cerca de 18.500 MWh, ou o equivalente ao consumo de energia, de quatro meses, de um município do tamanho de Pinheiro Machado, por exemplo, com aproximadamente 13 mil habitantes.

Fonte: http://www.ceee.com.br/pportal/ceee/Component/Controller.aspx?CC=52242

Como funciona um rotor

Dentro da bomba possuem um ou mais rotores, que é um componente giratório dotado de pás que gira dentro do corpo da bomba, movimentando o fluido e transferindo a energia para este. A energia é em grande parte cedida sob a forma de energia cinética, que pode ser convertida em energia de pressão.

O fluido entra na bomba por um bocal de sucção. Neste bocal a pressão manométrica pode ser superior ou inferior à atmosférica ou pressão negativa. Do bocal de sucção o fluido é encaminhado a um ou mais rotores que cedem energia ao fluido, seguindo-se um dispositivo de conversão de energia cinética em energia potencial de pressão.

O fluido sai da bomba pelo bocal de recalque e a energia cedida ao fluido se apresenta sob a forma de diferença de pressão entre a sucção e o recalque da bomba. Esta energia específica é conhecida como altura manométrica total (Hman). Em função desta transferência de energia é que podemos elevar, pressurizar ou transferir fluidos.