Arquivo mensais:outubro 2012

Curiosidades: O processamento para preservação do leite

O emprego de altas temperaturas na segurança ou conservação do leite está fundamentado nos efeitos deletérios do calor sobre os microorganismos. O controle do crescimento microbiano visa eliminar riscos à saúde do consumidor, e prevenir ou retardar as alterações indesejáveis no leite, aumentando seu prazo de validade.

Ao sair do úbere de uma vaca sadia, o leite é praticamente isento de microorganismos, mas sua contaminação pode ocorrer durante a ordenha, após sua obtenção, ou ao entrar em contato com utensílios e equipamentos contaminados pela microflora do ambiente.

Assim, é preciso submeter o leite a um processo que garanta sua segurança para o consumo. Destes processos, os mais comumente aplicados ao leite de consumo são: a pasteurização,a ultrapasteurização e a esterilização.

Desde a descoberta do fogo, o homem utiliza o calor para preparar alguns alimentos para melhorar seu sabor ou para preservá-los.

Porém, foi somente após 1860, através das pesquisas feitas por Louis Pasteur, que se estabeleceu o conceito de que a deterioração dos alimentos é resultado de ação microbiana.

Fonte: http://www.ablv.org.br/Tecnologia.aspx

Manutenção: cuidados com a bomba d’água

- Cheque sempre se a boia dentro da bomba não está presa. Se ela não estiver flutuando livremente, a bomba não vai detectar se a água subir.
- Veja sempre se as telas e aberturas estão desimpedidas. Um entupimento pode impedir a bomba de funcionar. Limpe a bomba de vez em quando para evitar isso.
- Se a sua bomba submersa tem tubulação fixa, faça um buraco de aproximadamente 3mm na tubulação dentro do poço. Isso vai impedir o ar comprimido de se tornar um problema para sua bomba.

Fonte: http://www.magazineluiza.com.br/PortaldaLu/verConteudo.asp?id=7518

Dia da Ciência e Tecnologia

No dia 16 de outubro comemora-se o dia da Ciência e Tecnologia, a fim de se discutir os problemas causados pelos avanços tecnológicos e a atuação do homem como agente causador do crescimento do mundo e da destruição da natureza.
Quando falamos em tecnologia pensamos logo na era da informática, nas novas pesquisas científicas que levaram ao avanço da medicina, etc. Pelo contrário, as primeiras invenções, consideradas tecnológicas, se reportam há dois milhões de anos antes de Cristo, época do homo habilis e do homo erectus.
Em razão de suas necessidades, esses homens inventaram os primeiros objetos, feitos de pedra, para se defender dos animais e facilitar suas vidas. Dentre essas tivemos a invenção do machado e da lança, que serviam para caçar; a descoberta do fogo, servindo para aquecer e cozinhar os alimentos. Mais tarde tivemos a invenção da roda. A partir daí, as invenções não pararam mais, tornando a vida do homem mais produtiva e confortável.
Todos esses inventos são considerados ciência, desde a época da pedra lascada até a era do computador.
Porém, Galileu Galilei foi quem afirmou que, para que algo se torne ciência, precisa ser experimentado, pois é a forma como se comprova as verdadeiras possibilidades da descoberta, se aquilo funciona ou não.
Dentre os cientistas que fizeram grandes contribuições para a humanidade podemos citar: Charles Darwin, através da teoria da evolução das espécies; Louis Pasteur, descobridor das bactérias causadoras das doenças, possibilitando as curas das mesmas; e Albert Einstein com a teoria da relatividade (descoberta do átomo).
Com uma trajetória de quatro séculos, a ciência tem se desenvolvido cada vez mais, pois quanto mais se estuda, desenvolvendo projetos tecnológicos, mais avanços acontecem na área.
Os primeiros registros de tecnologia no Brasil são do período da colonização de nosso país, no ano de 1553, através da criação do primeiro engenho de açúcar.

Considerado um dos grandes inventos da humanidade, tivemos o brasileiro Alberto Santos Dumont, com a criação dos balões dirigíveis e, anos mais tarde, do 14-bis, um dirigível biplano. Porém, o mesmo foi acometido por forte depressão, ao ver que seu invento teve um lado nocivo, sendo aproveitado para sofisticar as guerras, matando milhares de pessoas.
Através dos avanços tecnológicos, a vida torna-se mais prática, mais dinâmica, porém temos os prejuízos para o planeta, que hoje volta-se para as questões de sustentabilidade, adaptando cada área às necessidades do homem, mas voltando-se para ações que preservem o meio ambiente, as boas relações humanas, visando um mundo melhor.

Você sabe o quanto de ciência e tecnologia tem em um motor elétrico ou bomba d’água? E na tecnologia utilizada para os pequenos componentes dessas máquinas?

Fonte:http://www.escolamontessoriana.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=353:dia-3008-maria-montessori&catid=12:outubro&Itemid=37

Semana do Petróleo: O Refino do Petróleo

Quando o petróleo é retirado do subsolo, na sua forma bruta, ele vem cheio de impurezas. Para retirar essas impurezas, primeiramente se usam duas técnicas físicas de separação de misturas. Uma delas é a decantação, que consiste na separação dos componentes de uma mistura pela diferença de suas densidades.

Outra técnica física é a filtração, a qual é constituída pela passagem da mistura por um filtro ou malha fina que retém as partículas maiores. Nesse caso, podem ser retidas impurezas sólidas como a areia e a argila.

Visto que a constituição do petróleo pode variar dependendo do seu tipo e origem, antes de se realizar o refinamento, o petróleo passa por um exame laboratorial para que se saiba com maior precisão a sua curva de destilação, ou seja, a temperatura que se deve operar para separar as frações desejadas.

Nas refinarias, os processos físicos e químicos mais utilizados para o refinamento do petróleo são: destilação fracionada, destilação a vácuo, craqueamento térmico ou catalítico e reforma catalítica. Vejamos cada um desses:

1. Destilação Fracionada: O petróleo é colocado em um forno, fornalha ou caldeira, e ligado a uma torre de destilação que possui vários níveis, também chamados de pratos ou bandejas. Conforme vai aumentando a altura da torre, a temperatura de cada bandeja vai diminuindo.

O petróleo é aquecido até a sua ebulição, então os vapores dos compostos vão subindo pela torre. Os hidrocarbonetos com moléculas maiores permanecem líquidos na base da torre. Os mais leves são vaporizados e vão subindo pela coluna até atingirem níveis de temperaturas menores que o seu ponto de ebulição, e assim se condensam e saem da coluna.

Abaixo é mostrado um esquema que representa o processo de destilação fracionada e algumas frações que são obtidas por meio dessa técnica, como gás, gasolina e querosene.

2. Destilação a vácuo: as frações que não foram separadas na etapa anterior são colocadas em outro tipo de torre de destilação; a diferença consiste na pressão, que é inferior à pressão atmosférica. Isso possibilita que as frações mais pesadas entrem em ebulição em temperaturas mais baixas. Com isso, suas moléculas de cadeia longa não se quebram.

Nessa etapa são recolhidas frações, como graxa, parafinas e betume.

3. Craqueamento térmico ou catalítico (Cracking ou Pirólise): Nesse processo ocorre a quebra de moléculas longas de hidrocarbonetos de elevada massa molar em outras de cadeia menor e massa molar mais baixa. É um processo importantíssimo que permite que a partir de um único composto se obtenham vários compostos de moléculas menores, que são usados para várias finalidades.

O craqueamento pode ser térmico ou catalítico. O térmico é feito submetendo-se o petróleo a altas temperaturas e a elevadas pressões. Já o catalítico não necessita disso, mas apenas da presença de catalisadores (e é feito na ausência de oxigênio).

Essa etapa é feita para aumentar o aproveitamento e rendimento do petróleo e conseguir suprir as demandas mundiais cada vez maiores de petróleo e seus derivados. Por exemplo, se a demanda por gasolina aumentar, uma refinaria pode transformar óleo diesel ou querosene em gasolina.

4. Reforma Catalítica (Reforming): nesse processo se reformulam ou reestruturam as moléculas dos derivados do petróleo, podendo transformar hidrocarbonetos de cadeia normal em cadeia ramificada, pela isomerização, ou pode-se também transformar hidrocarbonetos de cadeia normal em hidrocarbonetos de cadeia cíclica ou aromáticos.

Esse processo é importante, pois permite melhorar a qualidade da gasolina, sendo que quanto mais ramificações e cadeia cíclicas e aromáticas o hidrocarbonetos tiver, melhor será o desempenho da gasolina nos motores dos automóveis.

Qual o papel da Interseal no Refino do petróleo?

A Interseal fornece peças essenciais para o bombeamento dos fluidos desde a extração do petróleo no fundo do mar até a bomba de gasolina. Todas as bombas que participam do processo de deslocamento dos fluidos precisa de selo mecânico para a sua vedação, assim como rolamentos, tampas para os motores, rotores.
Estas bombas variam muito de tamanho e suas peças também.
A Interseal trabalha para oferecer aos seus clientes mais que materiais. Oferecemos uma solução adequada ao tipo de trabalho ao qual a bomba e motor são expostos.

Semana do Petróleo: O pré-sal

O termo pré-sal refere-se a um conjunto de rochas localizadas nas porções marinhas de grande parte do litoral brasileiro, com potencial para a geração e acúmulo de petróleo. Convencionou-se chamar de pré-sal porque forma um intervalo de rochas que se estende por baixo de uma extensa camada de sal, que em certas áreas da costa atinge espessuras de até 2.000m. O termo pré é utilizado porque, ao longo do tempo, essas rochas foram sendo depositadas antes da camada de sal. A profundidade total dessas rochas, que é a distância entre a superfície do mar e os reservatórios de petróleo abaixo da camada de sal, pode chegar a mais de 7 mil metros.
As maiores descobertas de petróleo, no Brasil, foram feitas recentemente pela Petrobras na camada pré-sal localizada entre os estados de Santa Catarina e Espírito Santo, onde se encontrou grandes volumes de óleo leve. Na Bacia de Santos, por exemplo, o óleo já identificado no pré-sal tem uma densidade de 28,5º API, baixa acidez e baixo teor de enxofre. São características de um petróleo de alta qualidade e maior valor de mercado.

Os primeiros resultados apontam para volumes muito expressivos de petróleo. Para se ter uma ideia, só a acumulação de Tupi, na Bacia de Santos, tem volumes recuperáveis estimados entre 5 e 8 bilhões de barris de óleo equivalente (óleo mais gás). Já o poço de Guará, também na Bacia de Santos, tem volumes de 1,1 a 2 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural, com densidade em torno de 30º API.
Diante do grande crescimento previsto das atividades da companhia para os próximos anos, tanto no pré-sal quanto nas demais áreas onde ela já opera, a Petrobras aumentou substancialmente os recursos programados em seu Plano de Negócios. São investimentos robustos, que garantirão a execução de uma das mais consistentes carteiras de projetos da indústria do petróleo no mundo. Serão novas plataformas de produção, mais de uma centena de embarcações de apoio, além da maior frota de sondas de perfuração a entrar em atividade nos próximos anos.

A construção das plataformas P-55 e P-57, entre outros projetos já encomendados à indústria naval, garantirá a ocupação dos estaleiros nacionais e de boa parte da cadeia de bens e serviços offshore do país. Só o Plano de Renovação de Barcos de Apoio, lançado em maio de 2008, prevê a construção de 146 novas embarcações, com a exigência de 70% a 80% de conteúdo nacional, a um custo total orçado em US$ 5 bilhões. A construção de cada embarcação vai gerar cerca de 500 novos empregos diretos e um total de 3.800 vagas para tripulantes para operar a nova frota.

Fonte: http://www.petrobras.com.br/minisite/presal/pt/perguntas-respostas/

Semana do Petróleo

No dia 29 de setembro comemora-se o dia mundial do petróleo, por isso a Interseal traz mais uma semana temática!

A palavra petróleo vem do latim, sendo a junção de dois termos: Petra (pedra) e Oleum (óleo), mas também ficou também conhecido como ouro negro.

O petróleo é um óleo natural composto de hidrocarbonetos, formado dentro das rochas sedimentares. Esse processo é possível em decorrência dos fatos da nossa história, como a formação das rochas sedimentares – através da erosão da crosta terrestre – e pelo acúmulo dos restos orgânicos, advindos de destroços vegetais e animais, alojados no fundo do mar há milhões de anos, que se transformaram em petróleo.

A formação de uma jazida acontece porque o petróleo vaza pelos poros de uma rocha, alojando-se em outra pedra que o faz prisioneiro, acumulando-o em grandes quantidades. Uma jazida pode levar entre dez e quatrocentos milhões de anos para se formar.

O primeiro poço de petróleo foi encontrado nos Estados Unidos, no estado da Pensilvânia, no ano de 1859, por um maquinista aposentado, Edwin Drake. Mas registros históricos mostram que o produto era utilizado para embalsamar os faraós do Egito Antigo.

Em virtude de sua importância para a vida do homem e de seu alto valor de custo, o petróleo tornou-se motivo de grandes conflitos mundiais, como a Guerra do Golfo, em 1990, onde o Kuwait fora invadido pelo Iraque, na tentativa de apoderar-se de suas jazidas.

Na verdade, várias guerras no Oriente Médio tiveram o petróleo como fonte de inspiração, ou seja, a luta entre homens pela conquista de maiores riquezas. Por esse motivo tivemos ainda as guerras Yom Kippur (1973), Iram e Iraque, que durou cerca de oito anos (1980 a 1988), além das invasões estadunidenses no Iraque (2003) e no Afeganistão (2001).

Isso acontece porque a região possui cerca de 65% da reserva mundial de petróleo, seguida pela Venezuela, Rússia, Estados Unidos, Líbia, México, Nigéria, Argélia e restante do mundo.

No Brasil, a maior indústria petrolífera é a Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A.) foi criada no dia 03 de outubro de 1953, pelo presidente Getúlio Vargas. A indústria é responsável pela extração e refino do produto, além dos seus derivados. A especialidade da empresa é a exploração do petróleo em alto mar, em áreas bem profundas.

As plataformas brasileiras montadas em alto mar se dividem em dois grupos: da perfuração e da produção, sendo que essa se divide em fixas ou flutuantes, dependendo da profundidade em que o petróleo é encontrado.

A descoberta de petróleo na camada pré-sal, localizada a 7 mil metros abaixo do nível do mar em uma área de 200 quilômetros de largura e 800 quilômetros de extensão, abrangendo desde o Espírito Santo até Santa Catarina, pode colocar o Brasil entre os maiores produtores mundiais de petróleo.

O Petróleo no Brasil:

A história do petróleo no Brasil começa quando o Marquês de Olinda concedeu a José de Barros Pimentel o direito de extrair betume em terrenos situados nas margens do rio Maraú, na Bahia, em 1858.

Em 1892 ocorre a primeira sondagem profunda no Brasil, em Bofete (SP). é inaugurada a prática da exploração no Brasil. O poço, perfurado por Eugênio Ferreira de Camargo, atinge 488 metros de profundidade. Encontra-se apenas água sulfurosa.

Na década de 1930, a questão da nacionalização dos recursos do subsolo entra na pauta das discussões. Em 1938, é iniciada, sob a jurisdição do récem-criado CNP, a perfuração do poço DNPM-163, em Lobato, na Bahia.

No ano seguinte, o poço DNPM-163 atinge camada petrolífera e o petróleo ocupa parte de sua coluna de perfuração, constituindo-se na primeira descoberta de petróleo no Brasil. Em 1941, é descoberta a primeira acumulação comercial de petróleo do País, no município de Candeias, na Bahia.

O País ganha uma nova Constituição em 1946 e também tem início a campanha nacionalista em defesa da soberania brasileira sobre o recurso natural, com o chamamento “O Petróleo é Nosso!”.O presidente da República Getúlio Vargas assina a Lei No. 2004 em 1953, criando a Petrobras.

Realizada a primeira descoberta de petróleo no mar, no Campo de Guaricema, Sergipe. A plataforma Petrobras 1 é construída. A P-1 deu início às atividades de perfuração no estado de Sergipe e foi a primeira plataforma de perfuração flutuante construída no Brasil.

Descoberto Albacora, primeiro campo gigante do País, na Bacia de Campos (RJ), em 1984. No ano seguinte foi descoberto o Campo de Marlim, o segundo campo gigante do País, na Bacia de Campos (RJ).

Começa a operar a primeira plataforma semissubmersível (P-18) totalmente desenvolvida pelos técnicos da Petrobras, no Campo de Marlim, na Bacia de Campos (RJ), em 1994.

Em 1997 o País ingressa no seleto grupo dos 16 países que produzem mais de 1 milhão de barris de óleo por dia. É iniciada a construção do gasoduto Bolívia-Brasil.


Já nos anos 2000 a Petrobrás produz petróleo a 1.877 metros de profundidade, no Campo de Roncador. é um recorde mundial.

Em 2005 foram encontrados os primeiros indícios de petróleo no Pré-Sal na Bacia de Santos (SP). Conclusão das análises no segundo poço do bloco BM-S-11 (Tupi) indica volumes recuperáveis entre 5 e 8 bilhões de barris de petróleo e gás natural.

Em 2006 o Brasil atinge a autossuficiência sustentável na produção de petróleo, com a entrada em operação do navio-plataforma P-50 nas novas descobertas, ocorridas em águas cada vez mais profundas. Com o início das operações da FPSO (Floating Production Storage Offloading) P-50 no campo gigante de Albacora Leste, no norte da Bacia de Campos (RJ), a Petrobras alcança a marca de dois milhões de barris por dia.

Em 2 de setembro de 2008, o navio-plataforma P-34 extraiu o primeiro óleo da camada Pré-Sal, no Campo de Jubarte, na Bacia de Campos (RJ). Em 1o. de maio de 2009, deu-se início à produção de petróleo na descoberta de Tupi, por meio do Teste de Longa Duração.

Fonte: http://cepa.if.usp.br/energia/energia1999/Grupo1A/origem.html

http://blog.planalto.gov.br/o-petroleo-no-brasil/