Arquivo mensais:setembro 2012

Dica: Aumente a vida útil de seu motor elétrico

Respeite a distância mínima entre a tampa defletora do motor e qualquer parede próxima para assim permitir o livre acesso do ar ao ventilador;
Mantenha o ambiente limpo e verifique periodicamente se há algum bloqueio do ar que possa reduzir o desempenho do sistema de ventilação.
E Lembre-se: pontos de concentração de calor geram um envelhecimento precoce dos materiais isolantes que podem levar o motor a uma falha prematura.

Fonte: http://ecatalog.weg.net/files/wegnet/WEG-w22-motor-trifasico-22-ways-mercado-brasil-50024510-catalogo-portugues-br.pdf

Semana da Preservação da Camada de Ozônio – 3R’s

Depois de saber um pouco mais sobre a camada de ozônio, que tal agir?

Já pensou no sistema 3R’s? Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Os problemas decorrentes da geração desenfreada do lixo e do seu descarte inadequado no meio ambiente podem ter como solução a prática dos valorosos princípios dos 3 R’s:

Reduzir – Um bom começo é diminuir o consumo de produtos e o desperdício de materiais, utilizando apenas o necessário.
Reutilizar – Um segundo passo é reaproveitar os materiais que estiverem em bom estado, antes de seu descarte.
Reciclar – É devolver o material usado ao ciclo de produção, entregando-o à coleta seletiva.

Veja algumas dicas para aumentar a economia e ajudar o planeta:
*Mantenha a torneira fechada ao escovar os dentes;
*Utilize as folhas de rascunho, quando possível;
*Se você usa copo plástico descartável no seu ambiente de trabalho, procure utilizar apenas um por dia;
*Selecione a opção rascunho na configuração da impressora, quando possível;
*Apague as lâmpadas que não estiver utilizando, salvo aquelas que contribuem para sua segurança;
*Evite acender lâmpadas durante o dia. Abra a janela e aproveite ao máximo a luz do dia.

São pequenos gestos que mudam nosso planeta!

A Interseal também segue dicas de economia, como:
*Utilizamos folhas recicladas para as impressões;
*Utilizamos lâmpadas fluorescentes, que duram mais e gastam menos energia;
*Utilizamos copos e xícaras de vidro, para evitar o acúmulo de lixo, embora reciclável;
*Separamos o lixo orgânico do reciclável;
*Os materiais da Interseal, quando adquiridos no balcão, são entregues em sacolas retornáveis para que sejam reutilizadas;
*Imprimimos somente o necessário.

Fonte: http://pga.pgr.mpf.gov.br/praticas-sustentaveis/etica-3-rs/3-rs

http://www.sefaz.pi.gov.br/arquivos/cartilhas/Consumo%20Consciente.pdf

Semana da Preservação da Camada de Ozônio

Dando continuidade ao tema da semana, mais informações sobre a destruição da camada de ozônio e os riscos pra nossa saúde!

Como os CFCs destroem a camada de ozônio?

Depois de liberados no ar, os CFCs (usados como propelentes em aerossóis, como isolantes em equipamentos de refrigeração e para produzir materiais plásticos) levam cerca de oito anos para chegar à estratosfera onde, atingidos pela radiação ultravioleta, se desintegram e liberam cloro. Por sua vez, o cloro reage com o ozônio que, conseqüentemente, é transformado em oxigênio (O2). O problema é que o oxigênio não é capaz de proteger o planeta dos raios ultravioleta. Uma única molécula de CFC pode destruir 100 mil moléculas de ozônio.

A quebra dos gases CFCs é danosa ao processo natural de formação do ozônio. Quando um desses gases (CFCl3) se fragmenta, um átomo de cloro é liberado e reage com o ozônio. O resultado é a formação de uma molécula de oxigênio e de uma molécula de monóxido de cloro. Mais tarde, depois de uma série de reações, um outro átomo de cloro será liberado e voltará a novamente desencadear a destruição do ozônio.

Quais os problemas causados pelos raios ultravioleta?

Apesar de a camada de ozônio absorver a maior parte da radiação ultravioleta, uma pequena porção atinge a superfície da Terra. É essa radiação que acaba provocando o câncer de pele, que mata milhares de pessoas por ano em todo o mundo. A radiação ultravioleta afeta também o sistema imunológico, minando a resistência humana a doenças como herpes.

Os seres humanos não são os únicos atingidos pelos raios ultravioleta. Todos as formas de vida, inclusive plantas, podem ser debilitadas. Acredita-se que níveis mais altos da radiação podem diminuir a produção agrícola, o que reduziria a oferta de alimentos. A vida marinha também está seriamente ameaçada, especialmente o plâncton (plantas e animais microscópicos) que vive na superfície do mar. Esses organismos minúsculos estão na base da cadeia alimentar marinha e absorvem mais da metade das emissões de dióxido de carbono (CO2) do planeta.

O que é exatamente o buraco na camada de ozônio?

Uma série de fatores climáticos faz da estratosfera sobre a Antártida uma região especialmente suscetível à destruição do ozônio. Toda primavera, no Hemisfério Sul, aparece um buraco na camada de ozônio sobre o continente. Os cientistas observaram que o buraco vem crescendo e que seus efeitos têm se tornado mais evidentes. Médicos da região têm relatado uma ocorrência anormal de pessoas com alergias e problemas de pele e visão.

O Hemisfério Norte também é atingido: os Estados Unidos, a maior parte da Europa, o norte da China e o Japão já perderam 6% da proteção de ozônio. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) calcula que cada 1% de perda da camada de ozônio cause 50 mil novos casos de câncer de pele e 100 mil novos casos de cegueira, causados por catarata, em todo o mundo.

Fonte: http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/questoes_ambientais/camada_ozonio/

Semana da Preservação da Camada de Ozônio

Dia 16 de setembro foi o dia da Preservação da Camada de Ozônio e a Interseal traz uma semana temática repleta de informações!

Mas você sabe o que é a camada de ozônio?

Em volta da Terra há uma frágil camada de um gás chamado ozônio (O3), que protege animais, plantas e seres humanos dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol. Na superfície terrestre, o ozônio contribui para agravar a poluição do ar das cidades e a chuva ácida. Mas, nas alturas da estratosfera (entre 25 e 30 km acima da superfície), é um filtro a favor da vida. Sem ele, os raios ultravioleta poderiam aniquilar todas as formas de vida no planeta.

O que está acontecendo com a camada de ozônio?

Há evidências científicas de que substâncias fabricadas pelo homem estão destruindo a camada de ozônio. Em 1977, cientistas britânicos detectaram pela primeira vez a existência de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida. Desde então, têm se acumulado registros de que a camada está se tornando mais fina em várias partes do mundo, especialmente nas regiões próximas do Pólo Sul e, recentemente, do Pólo Norte.

Diversas substâncias químicas acabam destruindo o ozônio quando reagem com ele. Tais substâncias contribuem também para o aquecimento do planeta, conhecido como efeito estufa. A lista negra dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos exaustores dos veículos e o CO2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Mas, em termos de efeitos destrutivos sobre a camada de ozônio, nada se compara ao grupo de gases chamado clorofluorcarbonos, os CFCs.

Fonte: http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/questoes_ambientais/camada_ozonio/

Silício – Entenda sua importância e utilidades


O silício é um elemento químico pertencente ao grupo do carbono e é o segundo elemento mais abundante em combinação com outros elementos, constitui 27,7% da crosta terrestre, perdendo apenas para o oxigênio. Constitui a grande maioria das rochas, solos, areias e terras são compostas de silício, ou das várias formas de sílica pura ou impura, ou de silicatos.
Este elemento em estado livre é um sólido cinza-escuro, duro, de brilho metálico e estrutura cristalina semelhante a do diamante. Suas propriedades químicas se são semelhantes às do carbono: relativamente inerte à temperatura ambiente, com aquecimento há um aumento de sua reatividade com os halogênios e com determinados metais. De modo geral, o silício não é atacado pelos ácidos comuns, mas uma mistura de ácido nítrico com ácido fluorídrico o dissolve. Já em presença de flúor, no entanto, o silício inflama-se e produz óxido.
O silício é um metalóide, que significa “como um metal”. Os metalóides não são metais típicos nem não metais típicos, mas apresentam propriedades de ambos; são comumente chamados de semi-metais.
São importantes utilizades do silício:
* Como carga em materiais de revestimento e compósitos de cimento, como cerâmicas.
* Como elemento de liga em fundições.
* Fabricação de vidro e cristais para janelas e isolantes, entre outros usos.
* O carboneto de silício é um dos abrasivos mais importantes.
* Se usa em lasers para a obtenção de luz com um comprimento de onda de 456 nm.
* O sílicio é um dos componentes do polímero silicone.
* Na fabricação dos diodos e diversos componentes eletrônicos.
* É um elemento relativamente inerte e resistente à ação da maioria dos ácidos.

Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfANYAE/propriedades-carbono-silicio

http://fisicaequimicanocotidiano.wordpress.com/2010/03/18/a-importancia-do-silicio-no-cotidiano/

O início da indústria siderúrgica no Brasil

Floresta Nacional de Ipanema

Quando as terras brasileiras foram descobertas, as práticas mercantilistas imperavam na Europa. Os portugueses chegaram ao Brasil com a esperança da extração de metais como ouro, prata e bronze. No entanto, nenhum tipo de metal, nem mesmo ferro, foi encontrado em um primeiro momento. Os poucos ferreiros que vieram para o Brasil utilizavam o ferro originário da Europa para produzir os instrumentos usados na lavoura.
Em 1554, o padre jesuíta José de Anchieta relatou, em um informe ao rei de Portugal, a existência de depósitos de prata e minério de ferro no interior da capitania de São Vicente (atual estado de São Paulo).
Quem primeiro trabalhou na redução desse minério de ferro foi Afonso Sardinha. Em 1587, ele descobriu magnetita na atual região de Sorocaba, no interior de São Paulo, e iniciou a produção de ferro a partir da redução do minério. É a primeira fábrica de ferro que se tem notícia no Brasil.
As forjas construídas por Sardinha operaram até a sua morte, em 1616. Após essa data, a siderurgia brasileira entrou em um período de estagnação que durou até o século seguinte.
No atual estágio de desenvolvimento da sociedade, é impossível imaginar o mundo sem o uso do aço. A produção de aço é um forte indicador do estágio de desenvolvimento econômico de um país. Seu consumo cresce proporcionalmente à construção de edifícios, execução de obras públicas, instalação de meios de comunicação e produção de equipamentos.
Esses materiais já se tornaram corriqueiros no cotidiano, mas fabricá-los exige técnica que deve ser renovada de forma cíclica, por isso o investimento constante das siderúrgicas em pesquisa. O início e o processo de aperfeiçoamento do uso do ferro representaram grandes desafios e conquistas para a humanidade.
Pouca gente sabe, mas a Ipanema paulista é uma floresta localizada na cidade de Iperó, a cerca de 120 quilômetros da capital. Dentro da reserva ficam as ruínas da Real Fábrica de Ferro de Ipanema, que foi construída no século XVI, por interesse da coroa portuguesa na exploração de ferro no Brasil. A floresta é aberta à visitação e concentra mais de 20% de toda a fauna do estado. Além disso, o passeio oferece uma viagem no tempo.

FONTE: http://www.acobrasil.org.br/site/portugues/aco/siderurgia-no-brasil–desenvolvimento.asp

Curiosidades: Como é feito o leite condensado?

Como se condensa o Leite Condensado?

Apesar do nome, o leite condensado não passa por condensação, mas por evaporação. Ele tem esse nome para ninguém confundi-lo com o leite evaporado, que é a sua versão sem açúcar. O primeiro registro de um método de concentração do leite é de 1827, na França. Mas só virou processo industrial em 1853 com o empresário americano Gail Borden Jr. Ele queria diminuir o volume e aumentar a vida útil do leite, que muitas vezes estragava no caminho da fazenda até as casas na cidade (a pasteurização só seria inventada na década seguinte, e a história dos refrigeradores ainda estava em sua infância). Mas o leite condensado só se popularizou com a Guerra Civil Americana (1861-1865), quando foi adotado como ração de soldados. As latinhas de 395 gramas eram fáceis de transportar e estocar. Além disso, elas continham 1.300 calorias, 80 gramas de proteínas e gordura e mais de 200 gramas de carboidrato, ótima fonte de energia.
Depois foram para os mercados, e não demorariam para chegar ao Brasil. Um anúncio no Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e da Província do Rio de Janeiro mostra que o produto já era vendido no país em 1871.

Secando o leite:
1. O leite é centrifugado para remover as impurezas e depois pasteurizado a 75º C por 20 segundos.
2. Ele recebe açúcar, que ajuda a conservar.
3. Vai a um evaporador a vácuo, onde fica a temperaturas de 50º C a 70º C. Isso retira 60% da água. Ele não é fervido para não alterar a cor, o sabor e as características nutricionais.
4. Depois de esfriar, recebe lactose em pó.

Fonte: http://www.receitastirol.com.br/curiosidades/3-como-se-condensa-o-leite-condensado-.html