Arquivo mensais:julho 2012

Livre-se dos incovenientes das bombas submersíveis

Nas Elevatórias de Esgotos ou de Efluentes, era comum a utilização de Bombas Verticais em poço úmido ou Bombas Horizontais, instaladas “afogadas” em um poço seco.

Estas alternativas apresentavam aspectos inconvenientes: elevados custos de manutenção e dificuldades para retirada da bomba vertical, devido ao seu eixo prolongado com mancais intermediários e no caso das bombas horizontais, os altos custos de obras civis para construção do poço seco, além dos riscos de inundação.

 

Depois tornou-se frequente a especificação das chamadas Bombas Submersíveis, que apresentavam vantagens comparando-se com os equipamentos mais antigos. O projeto de uma Estação Elevatória com bombas submersíveis tem entre suas principais características:

1. A bomba é instalada em poço úmido, ficando o conjunto moto-bomba submerso no líquido bombeado.
2. O poço de sucção, devido aos requisitos hidráulicos das bombas, é de grandes dimensões
3. A bomba pode ser instalada com um sistema de acoplamento automático a tubulação de recalque por meio de um tubo guia e pedestal ou através de mangotes flexíveis. Em ambos os casos, para o içamento das bombas, utiliza-se guincho e correntes.

 

Os usuários destas bombas submersíveis, entretanto, passaram a encontrar as seguintes dificuldades:

- Para executar-se a manutenção do equipamento, é necessário retirar a bomba do poço. Ocorrem, então, dois problemas: na retirada a bomba traz o esgoto aderido à carcaça (oferecendo riscos de saúde para o operador e para o mecânico); o esgoto do poço contamina a junta que faz a vedação entre a bomba e a tubulação de recalque e na recolocação raramente a bomba fica perfeitamente encaixada.

- O travamento do conjunto girante devido à aspiração de sólidos longos, finos e resistentes (arames, fios elétricos, tiras de couro, etc) que passem pelo crivo da sucção provocam grandes danos devido ao fato do conjunto ser monobloco (um eixo único para a bomba e motor). O travamento gera, na maioria das vezes, quebra da carcaça e dos selos mecânicos com inundação e queima do motor elétrico. Este reparo normalmente alcança entre 60% a 70% do custo de uma bomba nova.

- A freqüência de manutenção é alta.

- O custo de manutenção também é alto devido requerer mão-de-obra especializada.

Atualmente, tanto nos projetos de novas Estações Elevatórias, como na modernização de Estações antigas, as Bombas do tipo Re-autoescorvantes tem sido mais utilizadas que as de concepção de projeto mais antigo (verticais e submersíveis), em uma proporção crescente, na medida que os profissionais envolvidos tenham conhecimento das vantagens desta nova tecnologia. Os benefícios das Bombas Re-autoescorvantes estão presentes na fase de elaboração de projeto e na construção da Elevatória, isto é, simplicidade da instalação e baixos custos das obras civis.

Empresas de Saneamento, tanto públicas como concessionárias privadas estão adotando esta tecnologia mais atual. A CEDAE- Cia. Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro estabeleceu norma para “Projeto e Construção de Estações Elevatórias de Esgoto Sanitário – NT-3.200-000.000-SPT-04-001 – em que recomenda expressamente o uso de bombas re-autoescorvantes.

O download desta norma pode ser obtido pelo link: http://www.cedae.com.br/div/normacedaeelevatoriaesgoto.pdf

Deve-se ressaltar, entretanto, que os maiores benefícios serão notados pelos usuários do equipamento (operadores e mecânicos de manutenção) devido à facilidade, autonomia e rapidez para a execução de eventuais reparos e com custos muito menores que os das bombas submersas ou verticais.

As elevatórias equipadas com bombas Re-autoescorvantes têm as seguintes características:

- A bomba é instalada em casa de bombas estanque, sem contato com o poço de sucção. Apenas o tubo de sucção fica submerso no líquido.

- O poço de sucção é condicionado apenas por requisitos hidráulicos, sendo reduzido ao essencial, portanto o volume de concreto empregado é menor que no caso das bombas submersíveis.

 

Bombas auto-escorvantes convencionais, também chamadas de auto-aspirantes, são adequadas para operar, exclusivamente, com líquidos limpos, isentos de partículas e também sem possibilidades de sedimentação, pois não têm capacidade de fazer re-escorvamento. Na hipótese de ocorrer falha na válvula flap (na parte interna da bomba), devido a uma pequena partícula (grão de areia, por exemplo), sedimentação ou desgaste, a bomba auto-escorvante convencional não terá capacidade de eliminar o ar da tubulação de sucção.

 

Fonte: www.bombascentrifugas.com.br

Como funciona a bomba d’água

Nos motores modernos, a bomba de água está montada na parte da frente do bloco e é acionada pela correia do ventilador. É a bomba de água que alimenta a camisa de água do motor com água fria proveniente do depósito inferior do radiador. A água aquecida pelo motor circula então através do cabeçote e, passando pelo termostato, regressa ao depósito superior do radiador.

Uma pequena quantidade da água que segue para o aquecimento e, em alguns modelos de automóveis, para o coletor de admissão retorna ao radiador sem passar pelo termostato.

O rotor da bomba consiste num disco com palhetas que atira a água de encontro à carcaça da bomba, por ação da força centrífuga e a impele, devido à forma da carcaça, para a camisa de água. Um retentor veda a passagem da água ao longo do eixo do rotor.

Quando o termostato reduz a circulação da água através do radiador, a bomba continua trabalhando, fazendo a água circular somente pelo motor através de um tubo de derivação.

 

Na próxima semana, teremos uma semana temática com tudo relacionado a Bombas Hidráulicas. Se você tem dúvidas e sugestões sobre o assunto, comente o post ou envie um email para miucha@interseal.com.br.

 

Fonte: http://sistemasautomotivos.blogspot.com.br/

Você sabia? Selos Mecânicos TS-P

O tema do Você Sabia? da semana foi motivado pela dúvida de um cliente muito estimado na Interseal.

Pensando nisso, a gente propõe que nossos clientes nos mandem suas dúvidas para que possamos responder e tornar nossa comunicação mais próxima e eficiente.

Deixe nos comentários do blog suas dúvidas, idéias e sugestões para nós e ajude-nos a tornar o Blog da Interseal uma referência para nossos clientes. Afinal, o nosso objetivo é levar a informação adequada para todos os envolvidos e que pessoas que tenham interesse direto no nosso segmento.

PRODUTO NOVO: Capa de Capacitor

VISITE A LOJA VIRTUAL DA INTERSEAL: www.lojadoselo.com.br

Saiba mais:

Capacitor ou condensador é um componente que armazena energia num campo elétrico, acumulando um desequilíbrio interno de carga elétrica.

São comumente usados em fontes de energia onde elas suavizam a saída de uma onda retificada completa ou meia onda. Por passarem sinais de Corrente Alternada mas bloquearem Corrente Contínua, capacitores são frequentemente usados para separar circuitos Corrente alternada de corrente continua. Este método é conhecido como acoplamento AC.

Capacitores também são usados na correção de fator de potência. Tais capacitores frequentemente vêm como três capacitores conectados como uma carga trifásica.

A capa protege o capacitor da água, evita curtos circuitos, faíscas e pó em excesso.

Fonte: wikipedia

Tintas – Entenda o processo de fabricação

As tintas estão por toda parte. Sem percebermos muito, suas cores realçam e embelezam os locais por onde passamos. E ainda protegem as superfícies internas e externas. Hoje existem vários tipos de tintas para todos os gostos, de modo a dar personalidade aos ambientes e trazer um pouco de cor ao dia-a-dia corrido.

As matérias primas necessárias para a produção de quase todos os tipos de tintas são constituídas pelos pigmentos, solventes, aditivos e veículo fixo (resinas e óleos). Em uma produção em massa, o processo consiste em pesagem e mistura das matérias primas em um tanque de alimentação. Posteriormente, operações unitárias físicas (mistura, dispersão, completagem, filtração e envase) dão origem ao produto final. A formulação apropriada das tintas é especificada para um emprego particular que podem ser a cobertura, coloração, resistência ao tempo, lavabilidade, lustre, propriedades anticorrosivas de metais e consistência, conforme o tipo de aplicação.

Produzir toda essa variedade de produtos, gera impactos ambientais. Como exemplo, as matérias primas e produtos auxiliares utilizados no processo possuem propriedades tóxicas e corrosivas. Sendo assim, é necessário um manuseio precavido. Em uma relação de causa e efeito, leis ambientais têm levado os fabricantes a produzirem tintas com baixos teores de compostos orgânicos voláteis, otimizando o processo de fabricação de tintas, com o esforço para melhorar a produtividade e, principalmente, a qualidade das tintas

Saiba mais sobre as tintas:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=6sPzxHZRse8&w=420&h=315]

 

FONTE DO TEXTO: http://www.ebah.com.br/content/ABAAABXTEAH/processo-fabricacao-tintas#ixzz210SsIh6J

Indústria de máquinas e equipamentos fatura 9,2% a mais em 2011

A indústria brasileira de bens de capital mecânicos encerrou o ano de 2011 com faturamento de R$81,2 bilhões, 9,2% acima do verificado em 2010. Apesar do resultado, a Associação Brasileira daIndústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) alega que o setor ainda não conseguiu se recuperarda crise de 2008, já que o desempenho ficou 3,8% abaixo do resultado daquele ano.

Entre os grupos que mais influenciaram o crescimento do segmento está o de máquinas agrícolas, que registrou aumento de 30,1% nas vendas na comparação com o ano anterior. Bens sob encomenda (maquinário produzido em casos específicos e que não ficam em estoque) venderam 6,2% a mais.

Bombas e motobombas tiveram alta de 6%. No movimento contrário, as vendas de máquinas têxteis, válvulas e máquinas para plásticos caíram 45,5%, 18,1% e 14,3%, respectivamente.

Em janeiro de 2012, o faturamento do setor totalizou R$ 5,4 bilhões, queda de 24,4% em relação a dezembro. Segundo a Abimaq, essa redução é natural devido ao desaquecimento das vendas no início de ano. Se comparado ao primeiro mês de 2011, o resultado foi 1,4% maior.

Segundo a entidade, o deficit anual da balança comercial do setor foi U$ 17,9 bilhões, 13,6% maior que o de 2010, o que representa um novo recorde negativo. As importações somaram US$ 29,8 bilhões e as exportações ficaram em U$ 11,9 bilhões. Em janeiro de 2012, o deficit somou U$ 1,5 bilhão.

Em 2011, 48% das exportações tiveram como destino países da América Latina. As principais origens das importações, por valor, foram Estados Unidos, Alemanha e China.

 

FONTE: http://www.brasil.gov.br/noticias
FONTE FOTO: http://www.coisasdeagora.com.br/

 

Carbono – Entenda sua importância e utilidades

O carbono é pilar básico da química orgânica, se conhecem cerca de 10 milhões de compostos de carbono, e forma parte de todos os seres vivos. Dependendo das condições de formação, pode ser encontrado na natureza em diversas formas alotrópicas: carbono amorfo e cristalino, em forma de grafite ou ainda diamante.

O Carbono Grafite é um dos materiais mais utilizados nas faces rotativas dos selos mecânicos.  É composto por infinitas camadas de átomos de carbono hibridizados em sp². As principais características do grafite são sua capacidade de conduzir eletricidade e calor, que ocorre devido a deslocalização de seus elétrons π, e sua propriedade lubrificante, que se dá devido a sua estrutura em camadas ligadas por interações fracas de van der Waals. Essas camadas podem deslizar uma sobre a outra.

Saiba mais sobre esse fantástico material.

 

Turbina produz água limpa e energia eólica ao mesmo tempo

A água potável é um bem que escasseia com o passar dos anos. As secas prolongadas fazem pensar em novas estratégias para manter o abastecimento de água potável nas torneiras. Este recurso não é infinito e o crescimento da população mundial aliado à poluição tem diminuido consideravelmente os recursos hídricos.

Existem novos equipamentos que permitem não só otimizar o consumo de água como retirar a água do ar e tornar a mesma potável. É o caso da turbina WMS1000 que produz de 800 a 1.500 litros de água potável por dia, nos locais mais áridos do planeta.


Este equipamento desenvolvido por Marc Parent, fundador da empresa EoleWater, tem sido testado em vários cenários áridos, inicialmente foi instalado no ar seco do deserto de Abu Dhabi, em outubro de 2011. Desde então, a produção diária de água, por unidade eólica, atinge cerca de 800 litros. Em climas menos áridos a produção pode atingir de 1.200 a 1.500 litros de água potável por dia. Estas turbinas conseguem recolher água do ar graças a um condensador de umidade especial que está alojado dentro do dispositivo.

A tecnologia promete resolver dois problemas preocupantes em uma tacada só: a escassez de água e a criação de novas formas de coleta de energia limpa a partir do vento.

Segundo a Eole, já consegue coletar cerca de 16 galões de água por hora. Ela funciona como uma turbina comum, com a hélice girando para gerar energia. Mas, ao mesmo tempo, o ar é sugado pelo “nariz” da máquina e enviado para um compressor capaz de extrair umidade do ar. As gotículas de água que ficam presas na parede do compressor caem em um coletor que vai, aos poucos, juntando todo o líquido e o envia para um filtro. Então é só beber a água fresquinha.

Apesar de ser uma esperança para comunidades que sofrem com a falta de água, o custo da tecnologia é bastante elevado: 790 mil dólares por peça.

Atualmente, a turbina gera 30 quilowatts de eletricidade, que é usado para fornecer a água para os tanques de armazenamento de energia e do sistema de purificação. De acordo com o relatório de notícias de recarga, os resultados estão em torno de 50 % de água disponível está sendo extraída a partir do protótipo. O sistema requer vento, a velocidades de pelo menos 15 milhas por hora para produzir água.

 

FONTES:
http://www.smartplanet.com/blog/intelligent-energy/a-turbine-that-makes-water-from-the-desert-air/14701?tag=header;header-sec
http://www.meteopt.com/forum/ciencia-geral-tecnologia-energia/turbina-eolica-consegue-produzir-agua-no-deserto-6468.html
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI304177-17770,00-TURBINA+PRODUZ+AGUA+LIMPA+E+ENERGIA+EOLICA+AO+MESMO+TEMPO.html

Confira as novidades que a Interseal trouxe para você

O Rotor de Bomba d’Água é uma peça bastante importante e delicada, passível de desgaste, já que trabalha em constante atrito. É importante ficar atento ao seu correto funcionamento, pois pode ser danificado até mesmo por falta de água.

Para substituí-la, remova com auxílio de chaves de fendas, cuidando para não danificar a carcaça. O novo rotor deve ser lubrificado, pressione-o para dentro da bomba, rodando em sentido horário para encaixá-lo corretamente. Depois instale a nova junta.

A troca do Rotor de bombas hidráulicas é aconselhado a cada 100 horas de uso.

Compre esse e outros produtos da Interseal na nossa loja virtual: www.lojadoselo.com.br.