Arquivo mensais:junho 2012

Acompanhe o processo de fabricação do vinho

Colheita:
Como a uva têm enorme influência sobre o sabor e qualidade do vinho, a colheita precisa ser feita no tempo certo. Uma colheita prematura resulta em um vinho aguado, com baixa concentração de álcool. Já a colheita tardia, produz um vinho rico em álcool, mas com pouca acidez.

O CLIMA e o SOLO também influenciam diretamente nas características do vinho. O clima manifesta sua influência através de elementos, como: insolação, temperatura, precipitação, umidade, etc. No solo, deve-se acompanhar o controle da alimentação hídrica do vinhedo que tem papel importante no desenvolvimento da planta durante grande parte do ciclo vegetativo e na qualidade das uvas.

Esmagamento:

Antigamente realizado com os pés dos vinicultores, hoje é um processo mecanizado. Geralmente, as uvas são dispostas em um cilindro metálico perfurado, onde pás giram a mais de 1.200 rpm. No final, as cascas estão separadas das uvas, e se obtém uma mistura de suco, cascas e sementes. Dependendo do tipo desejado do vinho, opta-se por um diferente processo.

Fermentação:
É necessário um rígido controle da temperatura, supressão de microorganismos indesejados, presença adequada de bactérias de fermentação, nutrição adequada para estas bactérias, prevenção da oxidação, etc.. A escolha da bactéria adequada para o tipo da uva é fundamental. A mais comum é a Saccharomyces cerevisae, mas outras espécies deste mesmo gênero tambem tem sido vastamente utilizadas. Para cada ml do suco, utiliza-se uma população de cerca de 1 milhao de células de bactérias.

Este controle é automatizado, sendo que as pipas metalicas contém sistemas de troca de calor, e todo o processo é termostatizado. O contato com o ar deve ser evitado, do contrário ocorreria a oxidação do vinho, é aí que entram os selso vedadores. E após a fermentação, adiciona-se pequenas quantidades de SO2 ou ácido ascórbico, os quais agem como antioxidantes.

A fermentação é dividida em TRÊS etapas: Fermentação Tumultuosa, Fermentação lenta e Fermentação malotática.

Afinamento:

Uma prática muito antiga, hoje é feita com requintes científicos. Envolve processos como filtração, centrifugação, refrigeração, troca iônica e aquecimento. Nesta etapa, o vinho é clarificado, grande parte dos produtos precipitáveis é extraída, e muitos íons metálicos, que tornam o vinho turvo, são retirados.

O vinho que tomamos é, geralmente, transparente à luz. Mas nao é desta forma que ele sai dos barris de fermentação. Muitas proteínas e complexos metálicos o deixam turvo, opaco. Finalmente, o vinho passa por uma pasteurização, onde é aquecido subitamente até cerca de 80oC e então resfriado. Alem de acabar com as bactérias restantes, o método auxilia na precipitação das proteínas que por ventura estiverem no vinho.

A filtração é uma técnica de clarificação do vinho que consiste em passar o vinho turvo através de uma camada ou meio filtrante, com porosidade reduzida. Existem vários tipos de filtros para vinhos, todos eles baseados em adsorção ou tamisação.

Envelhecimento:
Muitos vinhos tem o sabor melhorado se armazenados por alguns anos. Durante este tempo, a acidez diminui, varias substâncias pouco solúveis acabam precipitando e vários componentes formam complexos afetando o sabor e odor.

Uma das formas de envelhecimento mais clássica é a feita em barris de carvalho. Estes barris são porosos, e permitem a entrada de oxigênio e a saída de água e álcool. O vinho também extrai componentes da madeira, que influenciam no aroma final. Mais de 90% de todo o vinho consumido no mundo sofre apenas 2 anos de envelhecimento.

 

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O inverno pede um vinho

O inverno pede um vinho

No inverno, o vinho é o campeão de vendas e presença confirmada em eventos, jantares, confraternizações e mesmo em casas das famílias brasileiras. Afinal, nada melhor do que um bom vinho para aquecer o corpo e os corações. Mas você sabe sua história, e como ele é fabricado?

Utilizado para homenagear os deuses nas civilizações antigas, em festas regadas a vinho, a viticultura teve sua origem nas planícies da Suméria e nas margens do Nilo. Os primeiros países na América a receber sementes de uvas foram: Estados Unidos, Argentina, Chile e Brasil, que vieram nas caravelas de Cristovão Colombo.

Composto por água, álcool, ácidos, glicerina, açúcar, aminoácidos, carboidratos, mono terpenos, aldeídos e ésteres, o vinho é elaborado a partir da fermentação do mosto de uvas frescas, sãs e maduras por intermédio de microrganismos chamados leveduras, as quais transformam o açúcar do suco da uva em álcool etílico, anidro carbônico e uma série de elementos secundários em quantidades variadas.

Foi somente na metade do século 19 que a produção do vinho ganhou requintes científicos: o químico francês Louis Pasteur explicou a origem química da fermentação e identificou os agentes responsáveis por este processo. Ele também inventou um método para matar a bactéria responsável pelo deterioramento do vinho, que hoje é chamado de pasteurização.

Com o passar dos anos, mais a ciência se adentrou na vinicultura: houve avanços na fisiologia das plantas, nos conhecimentos de patologias das videiras, e mais controle do processo de fermentação. Logo, vieram os tanques de aço inoxidável, que além de serem limpos mais facilmente, também permitem controlar a temperatura do vinho sem dificuldade.

O Rio Grande do Sul concentra mais de 90% da produção vinícola do país. Situada nordeste do estado, a região da Serra Gaúcha é a grande estrela da vitivinicultura brasileira. Hoje, as melhores vinícolas da Serra Gaúcha utilizam cepas nobres e contam com a mais avançada tecnologia, idêntica à utilizada nos principais países vinícolas da Europa.

A qualidade de seus vinhos certamente continuará a melhorar, pois já foi implantada a primeira DOC (Denominação de Origem Controlada) do país, Vale dos Vinhedos, como conseqüência de estudos que vêm sendo desenvolvidos há muitos anos na região.

 

SAIBA COMO É FEITO O PROCESSO DE FABRICAÇÃO DO VINHO

Desevendando o selo mecânico

Muitas dúvidas e curiosidades permeiam o universo de nossos produtos e, quando decidimos publicar o blog, um de nossos objetivos foi o de trazer informações de forma simples e acessível a consumidores domésticos e iniciantes.

Um de nossos principais produtos é o selo mecânico, e ele foi o escolhido para ser o primeiro astro do nosso blog por ser o mais complexos entre eles e a fim de esclarecer pontos sobre seu mecanismo e aplicações. Selo mecânico modelo TS-P com face estacionária em óxido de alumínio (cerâmica)

Utilizado em equipamentos rotativos, geralmente em bomba centrífuga, o selo mecânico é um vedador de pressão que utiliza princípios hidráulicos para reter líquidos, promovendo selagem e evitando que os fluidos tenham contato com o meio externo.

A garantia de seu bom funcionamento está em sua correta utilização. Grande parte do selo fica em contato com o fluido, amenizando o atrito entre as faces, por isso, devem ser considerados a temperatura, pressão, velocidade e características do líquido que está sendo vedado.

Por trabalhar sob grandes velocidades e temperaturas elevadas sem desgastes consideráveis, os selos mecânicos tem preferência em relação às gaxetas e são bastante utilizados para a vedação de produtos tóxicos e inflamáveis.

Existem dois tipos de vedação: a principal, em que o conjunto rotativo é fixado ao eixo e gira com ele em contato com a sede estacionária, e a secundária: aplicada à sede estacionária e ao conjunto rotativo, pode ser feita por meio de vários anéis e outros perfis diferentes.

O selo mecânico é usado em equipamentos de grandes indústrias como: bombas de transporte em refinarias de petróleo, bombas de lama bruta nos tratamentos de água e esgoto, bombas de submersão em construções, bombas de fábricas de bebidas, em usinas termoelétricas e nucleares. Pode ser usado ainda em compressores, misturadores e ventiladores industriais e outras bombas hidráulicas de menor porte, como bombas domésticas.

Vantagens do selo mecânico

- Reduz o atrito entre o eixo da bomba e o elemento de vedação reduzindo, consequentemente, a perda de potência.

- Elimina o desgaste prematuro do eixo e da bucha.

- A vazão ou fuga do produto em operação é mínima ou imperceptível.

- Permite operar fluidos tóxicos, corrosivos ou inflamáveis com segurança.

- Tem capacidade de absorver o jogo e a deflexão normais do eixo rotativo.

 

Conheça nossos produtos

Saiba mais sobre selos mecânicos

Conheça a Interseal e nosso know-how

A Interseal e a Loja do Selo encontraram no blog um meio de informar usuários domésticos e profissionais da área sobre seus produtos e formas de utilização, além de apresentar dicas e tirar dúvidas sobre aplicações e soluções.

Entre os principais produtos da empresa estão os selos mecânicos presentes no dia-a-dia de qualquer pessoa. Piscinas, banheiras de hidromassagem, carros, caminhões, máquinas de lavar louça e roupa são só alguns exemplos de aplicações de nossos produtos.

O nosso objetivo é justamente apresentar soluções de qualidade para problemas de manutenção, especialmente no que se refere aos selos mecânicos. Outros produtos comercializados pela Interseal e que devem ser abordados aqui são: capacitores, rolamentos, centrífugos e platinados, tampas e ventoinhas.

Percebendo a carência de conteúdo na área, a Interseal oferece esse espaço para clientes e público em geral para conhecer um pouco mais do nosso trabalho, nossos produtos e tudo que sua utilização implica no dia-a-dia das pessoas, abrindo um leque de possibilidades e recursos para quem tem interesse no assunto.

Seja bem-vindo e sinta-se a vontade também para opinar e acrescentar informações relevantes para nossos visitantes.